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Henry Bugalho

Henry Alfred Bugalho é curitibano, formado em Filosofia, com ênfase em Estética. Especialista em Literatura e História. Autor dos romances "The Parallel Life of your Dog", "O Cão Cego da Guardia Vieja", "O Rei dos Judeus", entre outros, também escreveu novelas e coletâneas de contos. Editor da Revista SAMIZDAT e fundador da Oficina Editora. Autor do livro best-selling “Guia Nova York para Mãos-de-Vaca” e do "Nova York, Bairro a Bairro", cidade na qual morou por 4 anos, e do "Curso de Introdução à Fotografia do Cala a Boca e Clica!". Também residiu na Argentina, Itália, Portugal, Inglaterra e Espanha, sempre acompanhado da sua esposa Denise, do filho Phillipe e da Bia, sua cachorrinha. Organiza oficinas literárias desde 2005.

8 comentários até agora

  1. Teresinha Augusta
    6 de agosto de 2017 @ 07:03

    Muito didático e curto, sem muitas delegas! Mas, estou precisando de dicas para escrever minha autobiografia.

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  2. Vania
    6 de agosto de 2017 @ 11:36

    É como se eu pegasse uma história vivida por mim ou outra pessoa próxima e mudasse o rumo dos acontecimentos. Desse um final feliz ou trágico, incluísse ou removesse personagens. Vai um pouco por aí, não é? Ótimo post! Bastante esclarecedor! Obrigada!

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  3. Pedro Dias
    16 de agosto de 2017 @ 15:58

    Ótimas e simples dicas! 🙂

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  4. Rodrigo Cabello da Silva
    26 de julho de 2019 @ 11:54

    Interessante. Um questionamento: Em meio a tanta tecnologia acredita que estaríamos próximo do fim do livro físico?

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    • Laura Bacellar
      29 de julho de 2019 @ 10:53

      olá Rodrigo,
      ainda não. Livros digitais e audiolivros estão caminhando, mas a praticidade do livro impresso permanece.

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  5. Karine Geraldeli
    30 de dezembro de 2020 @ 20:01

    Muito esclarecedor, mas, preciso de ajuda na questão “cortes”. Muitas vezes acho que estou escrevendo direto mas quando me deparo, a história está cortada, como se eu desse uma pausa, ou como se eu tivesse esquecido de dà-la. Alguma dica a respeito? Desde já, muito obrigada!

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    • Laura Bacellar
      15 de janeiro de 2021 @ 10:13

      Seu pensamento é mais rápido que sua mão. Volte lá e preencha, com calma. Tem escritor que escreve demais e depois corta, tem escritor que escreve de menos e depois preenche…

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