Movimento em prol dos escritores brasileiros desconhecidos
Desde que eu lancei o livro e o site Escreva seu livro, lá em 2001, venho recebendo uma tonelada de mensagens de autores iniciantes e profissionais, que passam por bons ou maus bocados com editoras, que procuram publicar suas obras ou estão tentando divulgá-las.
De todos os escritores que conseguiram ser publicados ou que arriscaram imprimir sua própria obra, vem o mesmo coro: As livrarias não abrem espaço para nós! Como é difícil vender livros! Os jornais nos ignoram! Ninguém fala do meu livro!
E tudo isso é verdade.
Se encontrar uma editora para publicar um autor brasileiro desconhecido é difícil (mas não impossível, já fui convidada para dezenas de lançamentos de autores iniciantes), fazer com que esse livro venda e o autor se torne conhecido são tarefas de Hércules.
Livrarias, mídia, eventos, nada parece colaborar.
Sinto que reina entre todos – escritores, prestadores de serviço, livreiros, editores – uma mentalidade de curto prazo que assassina as chances de livros novos, diferentes, de autores desconhecidos fazerem sucesso. Todo mundo parece cair no caminho já traçado e resolvido como bom quando se trata de leituras.
Não vou comentar aqui o problema que essa atitude gera para o mercado de livros quando vem de livreiros e editores, porque seria uma discussão longa e técnica e sobre a qual você não poderia fazer nada se não é um profissional da área.
Mas gostaria de pedir a escritores e candidatos a autores que considerem o poder que têm como leitores e o utilizem em benefício de um mercado mais democrático.
Convido a uma mudança generalizada de atitude para que você e todos os autores brasileiros ainda desconhecidos por aí tenham a chance de um lugar ao sol.
Movimento em prol dos escritores brasileiros desconhecidos
- Leia escritores brasileiros desconhecidos
Os escritores que conheço querem ser lidos, mas quando pergunto o que leem, costumam sair-se com Kafka, Dostoiévski, Clarice Lispector, Guimarães Rosa. Ou Drummond, Manuel Bandeira, Ezra Pound. Ou outro lote de escritores e poetas igualmente famosos e aclamados.
Aí eu pergunto: e os brasileiros desconhecidos? E os que estão se arriscando agora, que espelham o mundo em que vivemos? E os que querem criar uma nova cultura, abrir novas sendas aqui onde estamos? Esses você não lê?
E como você quer ser lido se não lê?
Abandone os clássicos por um tempo, adote uma postura de risco cultural e leia quem você nunca ouviu ser mencionado. Escolha um/a escritor/a pelo assunto da obra, pela capa, pelo som do sobrenome e embarque numa aventura de exploração. Deixe para lá esse esnobismo chato de só mencionar autores de sucesso e pontue suas conversas com desconhecidos peculiares, esquisitos, diferentes.
Se você fizer isso sempre, aumentará muito as chances de que façam o mesmo com suas obras.
- Comente escritores brasileiros desconhecidos
Recebo montes de pedidos de gente implorando, exigindo, pedinchando que eu leia suas obras e diga o que acho. Mas por que pedir a mim, que posso nem ser o público-alvo da obra? Por que esses escritores não obtêm retorno dos leitores dos tantos sites de literatura onde postam tantos milhares de textos? Ou onde colocam suas obras a venda?
Porque a maioria dos escritores não se dá ao trabalho de ler os colegas com atenção.
Já pensou como seria bom uma comunidade de escritores em que todos dessem pareceres sobre as obras dos colegas? Em que opiniões pensadas, refletidas, indicativas de uma leitura atenta se acumulassem nos comentários sobre as postagens? Quem precisaria contratar pareceristas com um apoio desses?
Faça a sua parte. Comente as postagens que achar mais promissoras. Diga o que acha de forma honesta, cuidadosa, não um reles “gostei!!!”. Mande emails ou cartas para os autores dos livros que ler, faça uma crítica no seu blog. Ajude os escritores iniciantes e você estará fazendo a sua parte para criar uma cultura de leitura que vai alguma hora chegar de volta a você.
- Compre livros de escritores brasileiros desconhecidos nas livrarias
Essa sugestão parece óbvia, mas de novo o mais comum é que mesmo autores iniciantes, que sabem como é difícil expor uma obra de uma editora pequena numa livraria, comprem só o que está exibido nas vitrines ou empilhado nas mesas na entrada. Você tem ideia de quanto as grandes livrarias cobram por esta exposição privilegiada? Ali só ficam as obras de giro rápido, de apelo óbvio. Já dei muita consultoria para autores que querem ser publicados, mas só compram obras bestsellers da lista de mais vendidos do New York Times, achando que assim estão entrando em contato com o mercado.
Hahaha, estão entrando em contato com o mercado de fabricação de bestsellers americanos. O que isso tem a ver com escritores brasileiros iniciantes?
Faça a seus colegas autores e a você mesmo/a um favor e vá fuçar naquelas estantes lá no fundo da loja. Procure títulos interessantes que estão de pé nas estantes, só de lombada para você. Compre o que não é badalado, não é famoso, mas tem algo de intrigante.
Assim você contribui para quebrar essa cultura massificante de as livrarias e editoras acharem que só vale a pena investir nos autores já conhecidos e bons vendedores, nas obras que já vem com milhares de exemplares vendidos lá fora. Você percebe que, se entrar no jogo do fácil como leitor, vai ter poucas chances como escritor?
- Procure livros de escritores brasileiros desconhecidos na internet
As livrarias estão se tornando lugares cada vez mais difíceis para se colocar livros, com exigências caras e trabalhosas às editoras. São o funil da comercialização dos livros, aproveitando sua posição privilegiada para recusar as obras que acham de giro lento ou autores pouco representativos.
Se você quer furar esse cerco que cada vez mais alimenta os conhecidos e exclui os desconhecidos, faça a sua parte e pesquise livros pela internet. Arrisque comprar uma obra que só é vendida pelo correio, que só tem espaço de exposição em algum site pouco visitado. Pode acontecer de você perder vinte ou trinta reais, de a obra ser um completo lixo, mas também pode acontecer de você adquirir uma raridade, de topar com um pensamento fora dos trilhos e inovador como não imaginava.
Vá contra a corrente que trabalha para tirar o seu espaço como escritor desconhecido e favoreça os outros escritores desconhecidos que estão por aí se aventurando a publicar em editoras pequenas ou por conta própria.
Depois volte lá no site onde comprou o livro e coloque seu comentário sobre a obra, seja positivo ou negativo. Ajude a guiar outros leitores para perto (ou para longe) daquela obra.
- Recomende livros de escritores brasileiros desconhecidos
Vejo os espaços de comentários nos sites das livrarias, nos blogs, abaixo dos textos literários postados quase sempre vazios ou com frases curtas e inúteis. Quando alguém me fala de um livro, em geral diz só “adorei” ou então “péssimo, nem consegui acabar de ler”.
Caramba, você não quer que recomendem a sua obra? Os jornais e as revistas quase nunca comentam obras de escritores iniciantes, a chance de você ser resenhado na mídia formal é bem pequena. Então faça a sua parte e recomende pessoalmente as obras dos outros.
Seja honesta/o, nada de elogios rasgados se você não gostou. Mas fale do que gostou em detalhes, recomende obras aos amigos citando direitinho o título, o autor, onde comprar, qual a razão para alguém ler aquela obra, para que público você acha que ela seria legal.
O boca-a-boca (ou email a email) ainda é uma das forças mais poderosas para levar um livro ao sucesso. De repente, você estará fazendo a sua parte para criar um bestseller nas condições mais improváveis, fora do circuitão, e assim abrir os olhos dos editores e livreiros para os bons brasileiros ainda não famosos (como você).
- Dê de presente livros de escritores brasileiros desconhecidos
Você pode copiar essas sugestões e enviá-las aos amigos por email para ajudar a mudar a cultura preguiçosa e acomodada de as pessoas de só lerem e comprarem o que todo mundo lê e compra. Mas você pode também dar de presente livros que considera bacanas, de autores que seus amigos nunca ouviram falar.
Esse é um jeito simpático de não só impulsionar as vendas dos escritores desconhecidos que você descobriu e achou legais, como fazer com que os amigos prestem um pouco mais de atenção ao que existe de variado e brasileiro na nossa produção literária.
Se você achar essas ideias boas, pratique-as.
Que tal assim criarmos juntos uma cultura mais atenta aos escritores brasileiros desconhecidos?

escrito por Jéssica Cabrera, abril 21, 2009
Tenho apenas 14 anos. Sonho ainda, algum dia, publicar meu livro, que já estou quase terminando. Quem sabe um dia...
Obrigada,
Beijos, Jéssica.
escrito por Juscelino maruqus, abril 21, 2009
Bem eu espero que voce leia também meus livros a prtir de novembro. Se tudo der certo será lançado o primeiro romance no mes de novembro. Será um bom presente de Natal. Abraços.
escrito por T. L. Kelmer, abril 23, 2009
escrito por Simone, abril 23, 2009
Penso que provavelmente o fato de o livro ainda ser um objeto de luxo para uma grande parte da nossa população...Não sei...
Confesso que não havia olhado por esse lado.
Sempre gostei de ler livros que tenham boa trama ou um bom enredo independente da origem.
Você acabou de abrir meus horizontes!
Gostaria de mencionar que já lancei livros independentes( técnicos) e fui bem recebida nas livrarias, mesmo ser conhecida.
Inclusive um deles ficou exposto na vitrine. Este mesmo livro foi primeiro lugar em todas as livrarias onde foi comercializado (interior de São Paulo).
Bom, como em toda profissão precisamos nos aproximar dos profissionais sérios, pessoas que querem ver o produto nacional valorizado. Foi isso que eu encontrei.
Valeu a dica.
E. B. D. (Escritores Brasileiros Desconhecidos) me aguardem!!!
Parabéns e sussesso.
escrito por Franklin, abril 24, 2009
Sería iinteressante também, se houvesse uma espécie de "corrente editorial", onde os autores desconhecidos indicassem seus livros na mesma medida que outros autores ainda não conhecidos os lessem, e fizessem o mesmo...
escrito por Emilia Infante, abril 25, 2009
aventuras,solidão,sofrimento,fracassos e sucessos.
Acontecimentos trágicos e comicos, é um sonho dos meus pais que
estou disposta a realizar, já que sou parte dessas histórias.
Gostaria de informações de como fazer e o custo, só para escrever, a publicação e divulgação seria a parte.
Moro em Belo Hte.
Urgente- Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. '> Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. -
escrito por Abilio Terra Junior, maio 02, 2009
escrito por Daniela, maio 06, 2009
Não vou divulgar nosso site aqui, mas quem quiser ajudar e conhecer o trabalho de nossa editora pode entrar em contato comigo pelo meu email! Desde já, agradeço!
Abraço a todos,
Daniela
escrito por Dione dos santos barboza, maio 16, 2009
ja escrevi mas nao tenho dinheiro para dar seguimento.
esta pronto mas e claro escrevi e encardenei coisa simples
me ajuda aiiii
escrito por Dione dos santos barboza, maio 16, 2009
escrito por L Bacellar, maio 18, 2009
escrito por willian M. ely, junho 18, 2009
Um grande abraço.
escrito por maria Aparecida, junho 22, 2009
Agradeço antecipadamente a atenção e fico aguardando resposta.
Abraços.
escrito por candido rubim rios, junho 26, 2009
escrito por Anderson Ibanez, junho 30, 2009
um grande abraço e TOTAL apoio de um "desconhecido" =D
escrito por Álvaro, junho 30, 2009
Lendo os comentários, gostaria de acrescentar: a batalha para a publicação pode ser árdua. Mas, gostaria também , de chamar sua atenção para uma alternativa: Estou falando sobre a própria internet como meio de divulgação de sua obra.
Digo isso, pois já com meu livro na mão, optei em colocá-lo à disposição do público através de um blog. Sim, ele vai ser publicado online. Portanto, se você leitor estiver interessado em conhecer os ELÉTRICOS acesse: http://eletricos.ning.com
Lá você conhecerá um pouco do conteúdo desta obra de ficção. Estando no site, registre-se. Assim você será avisado sobre a publicação da primeira parte da história, a qual será disponibilizada para download.
Espero que curtam. SEJA UM ELÉTRICO!
Espero também que esta idéia (dedicada aos SEM EDITORA), venha trazer-lhe bons frutos.
Obrigado.
Álvaro.
escrito por edivaldo limirio, julho 01, 2009
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escrito por Patricia, julho 26, 2009
É algo óbvio, mas que não praticamos e, muitas vezes, nem enxergamos: se queremos ser lidos algum dia, que comecemos por fazer isso agora pelos outros. É o antigo enunciado do "dar para receber".
Mas não fazemos isso, é certo. Vamos aos bestsellers ou aos grandes literários da humanidade. Torcemos o nariz para o que é nacional, para o que é nosso mesmo. Fomos por tanto tempo adestrados a nos desvalorizarmos que, por mais que nos elucidemos, por mais que tenhamos informações livres como hoje temos, caímos nesse preconceito enraizado.
Eu escrevo contos e publico em sites literários desde 2004. Antes eu costumava ler muito dos outros autores, mas isso agora é quase nulo. Por que faço isso, não sei ao certo, prefiro creditar isso a falta de tempo para tal e, ao invés de estar lendo os outros, cuido do meu próprio trabalho...
E publicar um livro tem que ser algo além de um mero sonho, tem que ter um objetivo real e concreto e encarar isso, sem hipocrisia: se quiser publicar só pelo prazer de tal, recorra aos sites destinados a isso, pois, através de feedbacks, o autor tem a chance de interagir diretamente com o leitor, acatando as sugestões deles, usando-os como termômetro também.
Publicar um livro tem que ir além do sonho do prazer de tal, tem que ir na intenção de ganhar dinheiro com ele e viver disso. Felizmente, graças à internet, o sonho de publicação pode ser uma realidade real e imediata (quando o caso é só pra satisfazer o ego e dar-lhe esse prazer, claro).
Para quem quiser, vai duas dicas:
www.fictionpress.com e
www.fanfiction.net
Eu amo esses dois sites e já encontrei verdadeiras obras em ambos, que poderiam muito bem estar figurando numa livraria.
Abraços!
escrito por lucas, outubro 10, 2009
escrito por Remisson Vilar de oliveira, novembro 07, 2009
Remisson Vilar de Oliveira
escrito por PAULO CESAR VELOSO SOBRINHO, novembro 07, 2009
TEMOS QUE BUSCAR DE FATO ALGO CONCRETO.
VAMOS NOS REUNIR NUMA CHAMADA PELA MÍDIA A COMPARECER FAZENDO UM MOVIMENTO PARA A COMPRA DE UM ESPAÇO, ONDE OS AUTORES DESCONHECIDOS PUDESSEM EXPOR SUAS OBRAS E SERIA UMA ESPÉCIE ROTATIVA PARA TODOS.
A UNIÃO FAZ A FORÇA, E FINCA RAÍZES ONDE QUER QUE PLANTEMOS...!
SOMOS MUITOS EM BUSCA DE UM LUGAR AO SOL.
PORQUÊ NÃO ENVEREDAR POR ESSE CAMINHO NA ATUAL CONJUNTURA...?
DESDE DE JÁ, CONVIDO-A A SER A NOSSA REPRESENTANTE LEGAL PARA ALCANÇAR-MOS ESSE INTENTO. POIS SEI DE SUA CAPACIDADE E O LEGAL É QUE SERÁ DE FATO UMA INOVAÇÃO E UMA GRANDE REVOLUÇÃO QUE IREMOS ABRAÇAR NESTE PAÍS EM QUE SÓ OS LIVROS DOS GRANDES AUTORES SÃO OS MELHORES, OS QUE NÃO CHEGAM E FICAM EXPOSTOS NO FUNDO DA LIVRARIA SÃO APENAS MOFOS SEM IMPORTÂNCIAS.
TEMOS QUE DAR UM BASTA NISSO TUDO.
REVOLUÇÃO LITERÁRIA JÁ...!
VELLOSO2008 - PAULO VELOSO
DESCULPEM OS ERROS DE PORTUGUÊS.
escrito por ubirajara, novembro 14, 2009
Fico feliz que exista pessoas como você.
Eu mesmo já li livros de autor não conhecido no mercado literário.
e fiquei pensando porque o autor com tanto talento nunca foi reconhecido.
Não é por ser um amigo e sim pela qualidade de sua obra .
Eu quando procuro um livro paralertêm ocasiões que escolho pelo assunto.
Como sou místico tenho o hábito de procurar por obras do gênero.
Mas procuro ler de tudo um pouco.
um bom romance,um bom livro de poemas ,contos ,auto ajuda,etcc.
já aconteceu uma vez em um amigo oculto eu pedir um livro de presente.
Para o meu espanto todos se espantaram com o meu pedido.
E eu me espantei com a maneira que viram o pedido do meu presente.
A infeliz conclusão que tive ,é que a minoria dos brasileiros é quem têm o hábito de ler.
ainda bem que esta minoria, ainda conseguem fazer o mercado literário andar a curto passos.
Acho que se nós tivéssemos, no brasil inteiro vinte por cento de leitores, a procura de um bom livro nas livrarias as chances de um escritor lançar seu primeiro livro sem antes ser conhecido seria mais fácil.
não sei ao certo o percentual de pessoas no Brasil que tenha o hábito da leitura.
Acho que deveria existir uma iniciativa global incentivando a todos a ler mais.
A globo de certa forma faz o que eu estou falando .
Mas é muito pouco ainda.
Deveriam se juntar todas as formas de veículos de comunicação e fazer o mesmo.
agradeço a vc por ter respondido o meu email.
Foi muito bom as dicas que vc me deu.
Um forte abraço e fique com a paz profunda.
escrito por Cleber Fernandes, dezembro 22, 2009
O fato é que, por não se tratar de um herói (a personagem é um temível super-vilão), o protagonista é repudiado por muitos leitores de histórias em quadrinhos (a maioria dos leitores de Marvel o detesta...).
escrito por MARIA LUCIA NUNES DA ROCHA LEAO, dezembro 27, 2009
Os 4.500 exemplares destas 3 publicações, um livro de poesias e outro de crônicas, me deram um prazer imenso, pelo carinho e reconhecimento dos leitores.
Nem todos suspeitos, porque há gente que não conheço e manifesta satisfação pela leitura.
O livro de crônicas, FLOR CIGANA, na verdade uma novela ou um romance inacabado, trata-se da autobiografia desta "famosa- ninguém"(será que caiu o hifen??), retratando situações memoráveis, envolvendo diversas figuras que travei contato, da infância à vida adulta, nas andanças em busca de estudo.
Andanças do Urucuia à Brasília e retorno a Minas, para a capital do sertão(Montes Claros), que também já ficou pra trás há 12 anos. Tudo isto com passagem por outras cidades mineiras como São Romão, Santa Fé, Bonfinópolis, Paracatu e Pirapora. Por isto cigana...
Hj o livro(um projeto econômico por motivos óbvios) está na internet, na Virtualbooks, e pode ser baixado gratuitamente.
Voltando ao que interessa, QUE SÃO MEIOS PARA NOS TORNARMOS CONHECIDO, penso que a literatura não sairá da mesmice se não houver a intervenção estatal para democratização do mercado, apesar de importantes as posturas sugeridas no site.
Precisamos ter políticas regionais. Os escritores poderiam entregar suas obras, com Sinopses, às COPEVE-Comissões Permanentes de Vestibulares da sua região e Estado.
As COPEVE selecionariam TODOS OS LIVROS que tivessem condição/adequação e levaria a sorteio público(para evitar os conluios e "colegagens") e obrigatoriamente UMA OBRA teria que ser contemporânea e de escritor residente/nascido naquele Estado.
Só de passar no critério da COPEVE, já revelariam as obras contemporâneas recomendadas naquele âmbito regional. Isto seria uma maneira de chamar a atenção dos grandes editores, que garimpariam talentos a partir desta apreciação prévia das COPEVE.
Com políticas assim, uma vez selecionado, seria encorajador rodar uma edição do livro ou conseguir parcerias/patrocínio para tal.
Taí minha ideia. Acho que vou mandar para um deputado mineiro... Quem sabe a ideia floresce?????????? Vc conhece algum deputado que pode lançar esta semente??
escrito por Canido Rubim Rios, janeiro 04, 2010
resolvi não comprar a briga até porque ela não existe, mas vou panfletar nas igrejas, nos cinemas, nos bares o meu livro, só para ver o que dá, vou divulgar o meu blog,candidorios.blogspot.com, postar muito, propagar também, é claro, nos sites de preferência gratuito. Daqui à alguns meses posto outra vez, só para contar o que aconteceu, se fui preso ou se vendeu.obrigado e continue orientando, a sua perspicácia é sensacional
escrito por Canido Rubim Rios, janeiro 04, 2010
escrito por gildo ventura, janeiro 06, 2010
espero que voce possa dizer algo que me ajude de alguma forma, pois tenho sentido que voce é do tipo, que quando nos esperamos ouvir de voce algo bom, voce mando algo muito melhor.obrigado e feliz 2010.
escrito por iZA cOSTA, janeiro 10, 2010
http://www.myspace.com/izacostacompositoracatolica
escrito por Ana brasil, janeiro 10, 2010
Acabo de criar meu BLOG na Internet.
Eu trabalho com intercâmbio literário.No exterior essa concepção de que se deve divulgar somente os grandes nomes já mudou e estão apostando muito em novos talentos.
Infelizmente,nós brasileiros preferimos ficar reclamando de que aqui no Brasil a cultura não tem espaço,do que arregaçar as mangas e tentar mudar isso.
A mudança acontece quando a população mudar as atitudes,a mudança começa quando repensamos nossos conceitos.
Gostaria de pedir sua permissão para divulgar seu blog no meu.
Mais uma vez parabéns pelos temas postados.
Ana Brasil
http://anamariabrasil.blogspot.com
escrito por Kelly, janeiro 27, 2010
Tenho 29 anos, e a pelo menos 15 guardo a maior vontade de escrever. E, sinceramente pessoal, nunca me imaginei vendendo
milhares de exemplares, de "verdade verdadeira" quero escrever algo que me agrade, algo que soe verdadeiro pros meus olhos e pra minha alma... (sei, seeeei que é preciso ganhar o pão, mas me deixem viajar no lirismo um pouquinho só)
Eu já tinha até esquecido essa estória de escrever um livro (apesar de estar muito acostumada a ler e escrever o tempo todo), mas tenho um marido bacanérrimo que percebeu que eu estava sedenta de fazer algum trabalho prazeroso de verdade, e descobriu meu sonho de dar uma de escritora. E daí que agora ele me atormenta gentilmente, e não me deixa esquecer que eu tenho um sonho pra realizar (esse tormento é diário rs).E... o fato é que eu criei coragem minha gente, e vou arriscar fazer o que o meu coração manda. Best seller é legal (zíssimo), mas é muito mais legal a gente realizar sonhos e ficar ligado nos sinais... vejam se não é um sinal, eu sentei hoje na frente do meu note pra procurar um site honesto que falasse de pessoas como eu que são atrevidos, e encontrei. Estou corajosa e vou pular rs...
Abraços. Congratulações pelo site, Laura. Haaa, e obrigada por me (nos) chamar de hipócrita(s) através do seu texto sobre ler best sellers... eu podia dormir sem essa, mas mereci.
escrito por sandra, fevereiro 20, 2010
desculbri que posso ser uma escritora de teatro,filmes ou ate mesmo uma novela pois quando eu começo a escrever vem espiraçÃo que nem eu mesmo acredito que fui capas de escrever aquela Historia.
quando eu era adolesente sempre gostava de escrever poesia historia que eu mesma inventava cheguei a mostra para minha professora e para meus amigos mas eles numca acreditava que era eu que tinha escrevido aquela historia achava que eu tinha pego de algum livro.
o tempo passou pois tive trabalhar muito cedo e nao tive tempo para escrever.
mas um dia desses comesçei a escrever no meu trabalho mesmo
e fiz um peça de teatro nao publiquei ainda so registrei.
(a secura de daniela e a valentia de graciel).estou escrevendo um roteiro de um roteiro de uma novela eu queria ter a oportunidade de mostra meu trabalho agradeço um abraço.




escrito por JEAN NASCIMEnto, fevereiro 21, 2010
Estou para terminar uma obra que eu entendo que é interessante pelo momento atual, trata de assuntos como reciclagem, queimadas, erosões, etc.( MEMÓRIAS DE UM PEDREGULHO). Além de outros títulos que venho acumulando nas gavetas e documentos do meu computador.
Meu maior sonho é poder publicar pelo menos para a minha cidade, seria uma grande conquista!
Criei um blog mas não sei o que fazer para colocr textos nele, estou meio atado, a única coisa que sei é escrever. Escrevo bem poesias também, mas acho que não quero mais seguir essas trilhas.Obrigado pelas dicas, vou continuar pesquisando as demais.
Abraços!
escrito por LUCIA NUNES, março 08, 2010
Exigir ineditismo de texto ou poema de um famoso-ninguém para o mesmo participar de um concurso literário é uma TIRANIA, podendo mesmo ser considerado ridículo e usurpador dos direitos do autor sobre sua obra.
Se não banido, ESTE TAL INEDITISMO, nos concursos literários, precisa sair do dicionário e passar a ter uma definição bem delimitada no regulamento dos concursos.
Uma poesia publicada num jornaleco de VAI-QUEM-QUER, no ano de um mil novecentos e borrachinha, não é inédita no sentido literal da palavra e como exigem os regulamentos de concursos. Por outro lado, pode alguém afirmar que é conhecida????? Só se for algum espírito de porco que tomar conhecimento da classificação da mesma em algum certame!
Ainda que tenha uma publicação, dessas pagas por escritores amadores/independentes como eu, distribuída a duas, três, cinco mil pessoas, dentro deste país imenso, não continuará sendo inédita pelo ínfimo alcance que teve???
Pode o escritor JAMAIS escrever outro livro ou jamais conseguir se SUPERAR, ter um bom material literário e se ver impedido de divulgar seu trabalho através de concursos, porque não é dono da sua desconhecida obra, já contaminada pela falta de “ineditismo”.
Apesar de tudo, os concursos ainda atraem muitos “escrevinhadores” (como dizia Roberto Drummond), pois estes acabam sendo um meio projeção. Existem concursos sérios que dão visibilidade aos premiados e premiam decentemente, que os escritores precisam continuar acreditando.
O TAL INEDITISMO precisa ser BANIDO ou redefinido nos regulamentos de concursos literários. É uma maldição que passa despercebida.
Na elaboração dos regulamentos de Concursos Literários, praticam o control “c” / control “v”, sem qualquer reflexão....
Exorcizemos esta MALDIÇÃO!!!!!!
Lúcia Nunes – Flor Cigana

Acompanhava o formato antigo faz alguns anos já, o que me levou a comprar seu livro e não me arrependi. O formato obejetivo e realista em que você expõe sua experiência é fantástica.
Sou um grande fã e um dia chego lá e publico o meu também
Abraços, Tadeu.