Home Como publico minhas poesias?

Informativos

Cadastre-se para receber nossos informativos periódicos.
Escreva seu livro


Receber em HTML?

Como publico minhas poesias?

Recebo muitas críticas a respeito de minha posição sobre poesia. Fico firme nela, achando que nenhum editor pode ser obrigado a ter prejuízo (veja COMO ENCONTRAR UMA EDITORA) só porque há um sem número de poetas desejando um modo de se expressar em público. Ainda assim, apresento a seguir algumas idéias sobre como aumentar a sua chance de divulgar seus textos poéticos.
Poesia costuma ser recusada não só porque não vende, mas também devido à postura dos poetas. Vou comentar o que acho mais problemático.
Muitos escritores talentosos, por exemplo, gastam sua imaginação imitando o estilo de grandes mestres.
Não faça isso!
Nada impede o leitor de comprar os poemas originais de Fernando Pessoa ou Cecília Meireles, Carlos Drummond de Andrade ou Florbela Espanca. Os livros desses poetas existem na praça, costumam ser reeditados e apreciados. Imitar o estilo deles é pedir para ser ignorado, porque a maioria das pessoas prefere o original a uma cópia posterior.
Minha sugestão portanto é que você crie um estilo todo seu, parecido com o de ninguém, e insista nele. Diferencial é importantíssimo nessa era de excesso de publicações.
Outra besteira constante, na minha opinião, é poetas recorrerem a temáticas do século XIX, como amor ligado à dor, musas em flor, campos (também em flor!) e outros temas que foram favoritos de românticos tanto tempo atrás.
Por que poesia precisa remeter a um passado distante e bucólico? 
Encontre lirismo, beleza, interesse para os sentidos no que existe hoje, no século XXI. Se você escolher assuntos que jamais foram alvo de considerações pelos poetas famosos, como talvez seqüestros ou personagens da Casa dos Artistas ou a televisão ou festas infantis em bufês, aumenta muito sua chance de interessar um editor comercial. Poesia afinal foi criada para nos fazer olhar de modo diferente para o que está em volta, não é mesmo?
Quando produzir uma obra, aliás, minha sugestão é que crie um tema condutor que possa atrair a atenção do leitor. Poesias sobre tudo são o mesmo que poesia sobre nada. Escolha explorar vários ângulos -- interessantes, fascinantes, originais, que ninguém tenha feito antes! -- de um mesmo tipo de assunto. Os bufês infantis de meu exemplo anterior podem ser temas áridos, mas talvez não a infância consumista, por exemplo.
Muitos poetas insistem ainda -- de modo nervoso, irritado -- em querer ser publicados por editoras comerciais quando falam apenas de si mesmos, de suas vidas, sem que nada de muito diferente tenham feito. Ora, sua vida interessa a quem conhece você, quem gosta de você. Se você escreveu algo sem chance de poder encantar a um norueguês daqui a cinqüenta anos, sugiro que parta para a publicação por conta própria.
Divirta-se fazendo uma noite de autógrafos entre seus amigos e parentes, faça o livro que você deseja sem a pretensão de comercializá-lo. Espalhe entre os seus conhecidos um pouco do que você sente, sem desejar o envolvimento da indústria livreira.
Sugiro também que considere outras formas de publicação. Não conheço o funcionamento de veículos como cartões postais, cadernos e agendas, mas tenho visto nesses meios, assim como nas músicas, um canal para a expressão de muitos poetas. Caberia pesquisar como estes meios processam a seleção de seus materiais e talvez apresentar-lhes sua obra.
Vejo a música, hoje, como o canal mais poderoso de divulgação da poesia, não os livros. Portanto, quem deseja fazer fama e fortuna com letras tem muito mais possibilidades de encontrar aí, e não no mercado de livros, um canal possível para a sua arte e lirismo.
Boa sorte!

Rastrear(0)

Rastrear URI para este texto

Comentários (58)

Adicionar comentários RSS
Poesias histórias e contos
Gostei do seu comentário, quando escrevo procuro ser original. pra se franco, não sou de ler livros de outros, nem sei se o que escrevo é poesias ou versos, apenas expresso o que sinto, e engraçado não é tristeza.

Por isso continuarei a te pedir, que indique editores, que analise e publique as poesias e Histórias/contos.

Amanheceu

E a flor gerada em seu coração, desabrochou
Levantou-se, abriu a janela e ao me ver à sua frente
Sentiu-se feliz, mas era um sonho, acordou
Foi até a janela, viu o sol e estava quente...
sérgio Oliveira , maio 18, 2009
Concordo em tudo que vc escreveu
Amanheceu

E a flor gerada em seu coração, desabrochou
Levantou-se, abriu a janela e ao me ver à sua frente
Sentiu-se feliz, mas era um sonho, acordou
Foi até a janela, viu o sol e estava quente
sérgio Oliveira , maio 18, 2009
meu primeiro amor compricado
meu primeiro amor
nasceu de um sonho sem fim
que trouse vc pra mim
mais tenho medo.
medo de te perder
medo de vc me deixar
medo de vc me enganar
mais quando tou do seu lado o medo sai vazado
e deixa de ser medo e vira a amor mais engrasado
e te digo ainda fasso um livro e leandro vc vai está ao meu lado ty amo leandro meu amor engraçado
edilainy , junho 14, 2009
compricado mesmo
eu nem sei se a poesia acima é piada, mas está bem no nível do que editores recebem para avaliação. A gente tem direito a um certo mau humor, vc não acha?
L Bacellar , junho 15, 2009
...
Estou rindo horrores com o poema acima...
Desculpe-me! Não quero parecer grosseiro, mas não há nada de "comercializável" nos exemplos citados nos comentários. Aliás, no Brasil, eu diria que não há espaço algum para livros de poemas. Não existe mais livros de poemas comerciais há tempos. Os poetas existentes em nossa cultura são os mesmos de anos atrás, mas isso se deve a uma transformação literária que vive em um novo estilo nos tempos atuais.
O que sobrevive atualmente são as crônicas, mas ainda assim com muitas ressalvas e dificuldades. Ou seja, quero dizer que, se você não for um Arnaldo Jabor ou Luis Fernando Veríssimo, por exemplo, muito dificilmente haverá alguma porta aberta.
marcel , julho 14, 2009
SI divirtu
Eu me impressiono comigo mesmo
Na minha pessoa individual
Por enxergar de modo tão normal
A realidade deste país
E em meu singularismo aconselho
A não se querer iludir
Com o mercado editorial
Não vou mentir pois sou homem
Viver de poesia por aqui
É igual morrer de fome.
rcmg , julho 23, 2009
noite dolorosa
"Noite dolorosa"


O que torna essa noite assim tão dolorosa?
O que faz da ventania tão impiedosa?
E essa chuva que resfria a minha alma
E noias que retiram a minha calma

É nesta hora que a verdade esquarteja
E é cruel por mais que certo que tú esteja
Tudo lhe prova que você é o culpado
Que na sua vida irá dar tudo errado

Assim fica muito dificiu de sonhar
Desse jeito fica fácil se entregar
Presciso de uma ajuda pra me reerguer
Mas ví algo bom nesta dolorosa noite acontecer

Avistei de longe uma luz sem igual
Algo que tornava esta noite especial
Foi quando ví as nuvens pararem de chorar
E as estrelas com toda força brilhar

E logo o sol eu podia contemplar
Até o frio vento a palavras doces me soprar
Então me senti vivo novamente
Completo de corpo alma e mente

Agora vejo que tudo é suportavel
Se comigo está seu sorriso adoravel
Neste momento de nada tenho a temer
Se eu estou diante de você.

Autorsmilies/tongue.gifaulo Guilherme de Souza Santos

19 anos
residente na cidade de campos dos goytacazes (rj)
paulo guilherme , agosto 28, 2009
pai
Pai
Eu quero está junto a ti.
Não importa o clima,
Não importa a ocasião,
Eu te amo meu pai.

Não interessa se o julgo sem saber o seu lado,
Se penso mal de uma ação,
Mas quero ter você.
Eu vivo por ti.

A meu ver ,está situação corre tropeçando,
As vezes cai, mas sempre se levanta.
Mas a cada caída deixa marcas em sua historia.

Não suporto que dirijas mal a alguém,
E nem que brigue por coisas fajutas,
Assim logo cairei, pois sou fraco e sem argumentos.

Eu te pesso desculpas se o ofendi o ridicularizei,
O que ao ver não aconteceu;
Mas te peço perdão pelo acaso mal intentido.

Do jeito que escrevo esses versos,
Vivo em alcance ao futuro que tu me imprime,
Sem desanimo tento gerar a recompensa de seu esforço,
E admiro cada gota de suor que desse por dentro de suas luvas ou por traz de seu jaleco.

E te peço chorando que não me esqueça, porque não te esquecerei.
Que viva em mim, pois viverei em você.
Que fique comigo, logo ficarei com você.
E que seja meu pai, pois sempre serei seu filho.

Não sei o que tu pensas de versos covardes,
Que exibem a natureza escondida de um filho
Não sei se te agrada ou se te desagrega,
Mas é a forma mais fácil e transparente de dizer que te amo.
Te amo.





Bruno Milhomem

Bruno , setembro 02, 2009
BABAQUICE TOTAL!!!!!
POEMAS FALANDO SOBRE OQ MESMO?? AFF!!...,
CONCORDO PLENAMENTE EM TER SEU ESTILO PRÓPRIO,MAS AI A DIZER QUE FALAR SOBRE SEQUESTRO É POEMA JA É O FIM!!!..MINHA OPINIÃO É QUE TU NEM SABE OQ TAH FALANDO E PONTO FINAL
miriam camila , novembro 25, 2009
sobre o comentário acima
E quem disse que poesias foram feitas apenas para mostrar seus próprios sentimentos? Desculpe-me, mas quem não entende nada de poesias é você. A visão poética retrata sentimentos, é como a Laua disse: a poesia foi feita para apresentar a nós um novo ponto de vista das coisas; então eu diria que a poesia é, na minha opinião, uma forma mais sofisticada de persuadir o leitor. Com palavras doces, Vinícius de Moraes (por exemplo) agradou centenas de fãs na sua época e até hoje (inclusive eu), não é mesmo? De certa forma, ele usou seu modo de ver as coisas como forma de atrair os leitores, e é isso o que faz uma poesia. Engano seu achar que poesia fala só de amor ou de dor. "Quem fala em flor não diz tudo, quem me fala em dor diz demais", já dizia Gullar Ferreira na poesia "A Bomba-suja".
Rafaela arraes , dezembro 12, 2009
esse lugar na internet é uma tremenda porcaria.
esse lugar na inter é uma tremenda porcaria vcs fica tentando desanimar agente com um monte de baboseiras. pois se o fernando pessoa e os outros ate mesmo o tal porter. consseguil uma midia uma ideologia,
o sol nasceu para todos não só para eles. a lua nasce para iluminar a noite inteira e não só para uma parte dela.
as estrelas nasceram para iluminar o espaços inteiros. e não só um pedaço delle. bom acho q vcs entenderam neh.
então vê se fala cousas para reanimar os que sonhas, pois um sonho pode sim tornar-se realidades...
tenho estoria de mendigos que ficaram ricos. e tenho estorias de ricos que viraram mendingos.
cuidados para não querer passar por cima dos que vcs achão mais fracos ou mais pequenos.
pois são os fracos que se tornam fortes e são os pequenos que se tornam grandes...
um abraço para vcs...
vauir nunes de sousa , janeiro 02, 2010
Meio alternativo de ser publicádo
Pesquisem por concursos de poesia, que costumam ter como único critério a qualidade dos textos, sem levar em consideração seu (possível) anonimato ou o retorno financeiro.

Consegui ter um de meus poemas selecionado em uma antologia poética da prefeitura da cidade onde moro (Guarulhos - SP). É pouco, mas é o começo!

P.S.: Procurem imprimir livretos de forma independente e distribuí-los para divulgar seus trabalhos, principalmente em eventos artísticos; a internet também é uma ótima ferramenta para este fim, mas, por favor, procurem registrar seus textos na Biblioteca Nacional antes de disponibilizá-los.
Danilo , janeiro 05, 2010
UM PONTO DE VISTA
Escrever bem, deve ser sempre um ato inovador, o que não impede que escolas literárias passadas sejam esquecidas. Afinal de contas o modernismo não aboliu rimas e métricas, mas mostrou novos caminhos para a estruturação de poemas.
Carlos Drummond, quando decide rimar, usa de métricas também, quando decide que não, deixa uma e o outra. E desconheço poetas que tenha vivido do que escreviam. Até recentemente no Brasil, nem mesmo escritores conseguiam riqueza de fato com isso e, quando o fizeram, não foi através da poesia, isso para citar Jorge Amado e Paulo Coelho.
Com exceção de umas poucas poesias publicadas em revistas, jornais e blogs, nunca publiquei nada, nem um único livro e confesso que tenho alguns poemas muito bons. E por esses poemas correm métricas, rimas, versos livres, lirismo, histórias, política, concretismo e tudo quanto vi, li, gostei e decidi usar. Talvez tenha criado coisas novas que eu nem saiba. Gosto de acrósticos, mas criei tipos novos que são lidos como poemas que são e passam ao longo dele frases outras que surgem das que estão em destaque e complementam o texto poético. Se inventei isso, não sei. Mas nunca vi ninguém fazer. Sei que publicando ou não, não ficarei rico nunca e nem mesmo poderei garantir minha sobrevivência com isso. Terminarei meus dias lecionando História, não há, não houve e não haverá espaço para escritor algum nesse país que possa dar-lhe a riqueza ao viver da arte do que escreve, a não ser que seja puro apelo comercial e disso me distancio, até porque o mercado já está para lá de saturado.
eduardo terra coelho , janeiro 06, 2010
SOFRIMENTO
O VENTO TOCA O MEU ROSTO
COM UMA LEVE BRISA
PENSO EM VOCE
INSACIÁVEL DE4 DESEJO
DE Tê-LO EM MEU BRAÇAOS

MEU MUNDO
MINHA VIDA
VOCê PRA MIM
TUDO OU NADA

DOR E SOFRIMENTO
SE MISTURAM COM LÁGRIMAS DE SANGUE

DE REPENTE UM SOL ARDENTE
SECA AS LÁGRIMAS DO MEU ROSTO
E O QUE SOBRA É A MARCA
DE QUEM UM DIA SOFREU APENAS POR AMOR...

SARA CRISTINA
sara cristina , janeiro 07, 2010
RESPOSTA PARA LAURA BACELLAR
"AUTORA" DIZ PARA POETAS NÃO ESCREVEREM POESIA!
http://poesiaretro.blogspot.co...e-nao.html

Acima, um texto meu criticando o péssimo texto de Bacellar e defendendo os verdadeiros poetas. Aceitaremos somente comentários construtivos!



Rommel werneck , janeiro 10, 2010
fabiane te amo
Tudo o que tenho de você são apenas sonhos e lembrança. O que mais me orgulho é estão guardas em minha memória com muita clareza, e posso relembra perfeitamente, porque tudo que me lembra você vale a pena guarda vale à pena relembrar.
Lembrar de Sonhos magníficos onde podia lembrar-se do primeiro dia que te encontrei simplesmente me apaixonei,
Onde podia está perto do mar a te observar,
Onde podia está ao seu lado sem se preocupar.
Sonhos onde podia pegar um pedaço do amor para poder lidar,
Onde podia desvendar o mistério que estava guardado em seu olhar,
Onde podia acreditar que para sempre você iria me amar.
Sonhos, onde podia aproveitar cada minuto cada segundo do seu exuberante olhar,
Sonhos onde podia fazer tudo só para te agradar.
Sonhos onde podia te tocar, e até podia te beijar.
Sonhos onde podia imaginar minha vida com você passar,
Sonhos inesquecíveis assim como você.
Lembranças de algum gesto que fiz para você me notar
Lembranças de um belo dia que você vez de tudo para mim te notar
Lembranças de um belo andar,
Lembranças do brilho sincero que há em teu olhar,
Esplêndida lembrança de um belo sorriso que ainda me leva ao paraíso só de poder relembrar
Lembranças de quando ficava á te esperar longas horas só para vê você passar.
Lembranças de varias tentativas fracassadas onde pensava em me declarar.
Lembranças de uma guerra travada com a solidão sem os traumas da perseguição sem a bandeira da vitória mais você me ajudou a lutar, sem desistir de te amar.
Mais são apenas sonhos e lembrança guardada pelas as estralas protegidas pela lua, que se mantém pela infinita força que tenho para te amar
Daniel , janeiro 13, 2010
Eu estava relutando em comentar, mas é impossivel
Olá, não estou querendo causar mais conflito do que o que já foi causado, mas eu creio que falta muito a vocês que tanto criticam e não consegui me calar. A idéia não é apoiarem seu ponto de vista a todo o custo e nem aceitarem tudo como verdade absoluta. Ninguém é obrigado a concordar com nada.
Porém, por observação, o que vocês encontram aqui são dicas para aumentos de chances na aceitação de seu original por uma editora e, ao meu ver, a Laura não parece ser inexperiente no assunto.
Tudo o que eu pude perceber da parte de vocês, foi um desconstrutivismo ridiculo, se vocês prezam tanto esta forma construtiva de critica, por favor, comecem dando o exemplo, claro que a poesia tem sua importancia, assim como qualquer outra forma escrita, mas avaliem, questionem e duvidem até de si mesmos antes de falar qualquer coisa sobre alguém.
Bruno Bossio , janeiro 28, 2010
resposta ao rommel werneck
Eu bem que tentei postar uma resposta lá no blog do sujeito que me criticou, mas ele não aceitou... hehehe, eu não sou crítica literária nem pesquisadora, eu sou editora. Quem quiser ser publicado por uma editora de verdade, sem pagar nada por isso, ser divulgado, ter sua obra em livrarias, pode prestar atenção nas dicas que eu ofereço. Quem quiser fazer parte das estatísticas de recusados, esteja à vontade e grunha que eu não entendo nada de livros...
lbacellar , janeiro 28, 2010
aos poetas indignados de plantão
Antes de qualquer coisa, as poesias que li aqui em forma de protesto são simplesmente toscas.

O sr. rommel werneck claramente tem uma veia autoritária, pois tem o descalábrio de escrever em seu comentário a seguinte pérola: "Acima, um texto meu criticando o péssimo texto de Bacellar e defendendo os verdadeiros poetas. Aceitaremos somente comentários construtivos!".
É um pedante que mal sabe interpretar textos, é muito afiado para insultar os outros mas censura comentários em seu blog "contestador" fechado para os amiguinhos.

Esses Vaiur de Souza e Miriam Camila deveriam estar no Mobral e não em um site para autores, pois quem escreve "agente", dentre outras baboseiras, não tem capacidade de entender e sequer contestar o que aqui está escrito.

Estou no mercado editorial há 15 anos e desafio aqui a qualquer um de vocês, "gênios poeteiros", a publicarem um livro de poesias sem pagar.

Os textos da Laura são dicas reais de como o mercado funciona, voltado para quem realmente quer ser um autor sério e com chances reais de ser publicado por editoras sérias e não para mimadinhos que acham que escreveram o mais novo bestseller mundial e não aceitam nada menos do que falsos elogios.
sidney.guerra , janeiro 28, 2010
Impressionado
Confesso, fiquei impressionado com a falta de educação dos comentários. Confesso também que ri muito com alguns deles. Esta é a opinião dela, respeitem. E postar poemas creio que não adiantará de nada (ainda mais se forem ruins).
leonardo schabbach , janeiro 28, 2010
Como é que é?
Blog contestador fechado para amiguinhos? Gênios poeteiros? smilies/shocked.gif
Nós não somos melhores do que ninguém aqui. Rommel fez uma defesa para mostrar seu ponto de vista, assim com a autora fez. Muitos dos "novos poetas" se sentiram ameaçados com esse texto da Laura, eu aposto! Eu sei que eu sou nova, tenho só 14 anos para dizer, e também confesso que minhas poesias não são dessas super fantásticas que vocês chamam de "poesias originais"... Todo mundo tem um escritor que te inspira! Não chamo isso de copiar o estilo, mas sim de escrever algo baseando-se na idéia de outro que já escreveu. Mas enfim, fugi um pouco do eixo aqui. Só queria deixar claro aqui que nós não somos desse tipo de "mimadinhos, que não aceitam nada menos do que falsos elogios". Muito pelo contrário: são as críticas que fazem o poeta crescer. Abç.
A. V. , fevereiro 13, 2010
...
http://poesiaretro.blogspot.co...omero.html

Há grandes homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas o verdadeiro grande homem é aquele que faz com que todos se sintam grandes.
G. K. Chesterton
A. V. , fevereiro 13, 2010
SÓ LOUCO
Tem coragem de pensar que se vive de poesia.

Muitos poetas renomados (hoje) viveram de jornalismo e contribuições de amigos... e o povo quer viver dessa poesia que não agrada nem aos pais...rs

Ontem li uma critica ao seu texto, Bacellar, li e ri da ingenuidade de poetas que se acham tão inteligentes.

Eu é que não queria sua profissão... deve ser um saco ler tanta poesia ruim... fora disso, pelo menos eu seleciono.

bjks e parabéns pela sua pacêencia.

Quel Donegá
RAQUEL DONEGA , fevereiro 15, 2010
Lírio seco de cômodo frio
Cuspir de prova envenenada,
Rasgar de caminho traçado.(...)
Câncer fatigado de tanto estudar,
De conviver e tudo o que faz
Não amar.(...)
Borracha em tudo,
Nascer de novo ensejo ao futuro,
Racha trovão em raios de tempestade,
Aposentadoria de merda paga na escravidão,
Para tê-la na jovialidade do caixão.
Salários, trabalhos, algo mais alfabetizado,
Sumário agrário de atalhos fechados,
Tranca,bate,quebra, despedaça essa porta,
Ranger, arranhar, perfurar estômago vazio dessa morta.(...)
Infância se soprou ao início disparado,
Um sinal tocou e as cadeiras
Empurram camas desocupadas e calejadas.
Paredes um, dois, três, quatro,
Miro todas e dois buracos,
Madeira e alumínio,
Ferradura ao cadeado desse fascínio
De escarro que corre por chuva
De chuveiro do céu,
Chaveiro que pinga o pingo
Do sino daquele brinco de quartel.

caro leitor adaptei este poema cortando algumas partes só para obter sua opinião a respeito de minha escrita.

obrigada
Giovana Minotto , fevereiro 17, 2010
Polêmica
Bem polêmico o tema da postagem acima, mas não se esqueçam, todos os atuais autores "conceituados" foram desconhecidos um dia e, antes de despontar com suas carreiras literárias, com certeza em algum momento receberam críticas negativas ou de desestímulo também. Fica a ressalva.
Catarina de Sá , março 02, 2010
Lamentável!
Às vezes me espanto quando abro determinados fóruns e me deparo com situações como esta aqui que, embora não tenha esta finalidade, acabou absorvendo a característica de debate, infelizmente um debate não salutar; aliás, para a maior tristeza de minha constatação, o próprio editor entrou em campo para rebater, duramente, os usuários. Ele, em desacordo com as próprias regras estabelecidas neste ambiente virtual que atua como agente fiscalizador: "Você concorda em não postar nada agressivo"; li em outro post, das palavras do próprio Sidney a ironia lançada aos companheiros que escrevem no blog de Rommel; sendo, eu, um deles (mesmo que tímido, pois a falta de tempo não me permite presença maior), senti-me um tanto desconfortável com a desesperada posição de criticar gratuitamente as pessoas que ali estão, e que nem mesmo o Sr. Sidney as conhece. A propósito, um curso de relações humanas resolveria, por certo, o problema do editor, que, no ápice de sua rebeldia, tratou, com sarcasmo, aqueles a que decidiu chamar "poeteiros", desrespeitando todos e com uma atitude que julgo equivocada e não louvável a um profissional que está ligado às Letras. "Esses Vaiur de Souza e Miriam Camila deveriam estar no Mobral", eis mais uma das duras palavras do Sidney que, com esta posição, envergonha muito a própria classe. Posso me usar de mais um exemplo: "[...] com chances reais de ser publicado por editoras sérias e não para mimadinhos que acham que escreveram o mais novo bestseller mundial e não aceitam nada menos do que falsos elogios"; como se observa, "mimadinhos" é outra ironia, ou, antes, ofensa, e para alguém que vive no mercado editorial há mais de 15 anos é um absurdo, só prova que não aprendeu nada de relacionamento profissional nestes tantos anos. Mas a competência não é mesmo para todos! E a ironia, já dizia Nietzsche, é própria dos fracos de espírito. 15 anos é uma vida, raros os que saem do amadorismo, tornando-se notórios. Lamento muito, companheiro, não tenho seu tempo de trabalho no ramo, e se tivesse, com certeza, eu não estaria, assim, tão ofuscado, melhor: Imperceptível, frustrado...; acredite, porém, que eu não agiria da forma que agiu, não sou deselegante, menos ainda infantil.

Att,

Daniel C. B. Ciarlini
Daniel C. B. Ciarlini , março 16, 2010
lamentável
não retiro nada do que eu disse.
se você se sentiu atingido por minhas ironias, lamento, uso-as em profusão, quer goste ou não.

aproveito para sugerir fortemente a todos que entram nesse site com o objetivo de aprender sobre o mercado de livros: leiam (e principalmente, entendam) o que está escrito.

é um desgosto discutir com pessoas que sequer sabem interpretar textos... é uma tristeza escrever coisas e ser cobrado por quem sequer entendeu a mensagem e sai por aí com verborragias de tom sensacionalista somente com o intuito de criar celeuma.

fica meu recado a você daniel e o povo do blog que sequer decorei o nome: não li e não lerei suas poesias... portanto não entrarei no mérito se são boas ou ruins, pois não me interesso por elas.

o fato é que quando vocês nos atacam lá ou aqui, apenas reforçam o que a laura escreveu no artigo e o que escrevi nos comentários.

para mim continuam agindo como mimadinhos, indignados pelo fato de os profissionais do mercado e os leitores os ignorarem... aliás ignorar é coisa que eu já devia estar fazendo.

pronto, agora corre lá e cria um post alardeando o quanto eu sou vilão e esse mundo é injusto.

fica a dica.
sidney , março 16, 2010
Chega a ser engraçado
Não entendo. Tanta gente querendo ver sua obra publicada, *interessada* (eu suponho) em entender como o mercado editorial e as ditas artes do livro funcionam... aí essa mesma gente, quando percebe que não é fácil mesmo, e tem acesso a um panorama realista sobre tudo isso, fica com raiva de quem oferece esse panorama com tão boas intenções?
Não é mais fácil aprimorar sua técnica, sua escrita, levar seu material aonde ele será recebido com maior identificação, e considerar a possibilidade de, apesar de tudo, ele ser lido por poucos ou apenas os amigos?
Quem quer fazer poesia deve entender que poesia é mercado de gigantes que cresceram a duras penas, ou que sequer cresceram - não viram seu trabalho tornar-se obra porque morreram antes. Se é que é "mercado", pra falar a verdade... quem faz dinheiro na área de publicações sabe que essa área não se sustenta de sonhos, beleza e arte em si, mas do retorno financeiro que tudo isso é capaz de gerar, e quase nada disso trás retorno, quando se trata de novatos (ou, simplesmente, da maioria dos autores que investem nas artes e nas poéticas).
A Laura foi clara sobre a questão mercadológica, tanto quanto sobre a paixão dos poetas pela poesia e pelo seus textos - e esta pode, sim, ser a razão para muitas recusas de publicação. É verdade, abram seus olhos, poetas e autores de plantão! Ela não quer atacar quem faz poesia nem quem quer ver sua arte virar livro, ela simplesmente mostra claramente como o mercado a enxerga.
Aprendam com quem tem a ensinar, e não com as tantas empresas que prometem publicar seu livro a baixíssimo custo e sem burocracia, pois elas não têm nada a ensinar - apenas têm com o que se aproveitar, tamanho o número de autores interessados em publicar sem querer entender de fato como a coisa toda funciona.
E saibam, o Brasil é um país de autores, e não de leitores, e os poucos leitores daqui preferem os best sellers. Gosto não se discute, mal gosto então...
aLESSANDRA , março 16, 2010
agradecimento
Comecei a acompanhar seu site (o "Escreva seu livro") nos idos de 2001 -- quando tinha um fundo, se não me engano, bege, e você ainda oferecia serviços de leitura crítica através dele. Desde aquela época, o site tem sido extremamente útil para mim: foi graças a ele que, em vez de perder tempo correndo atrás de editoras comerciais para publicar meus livros de poesia, investi em publicações por conta própria que me renderam ótimos resultados -- embora eu os tenha publicado em tiragens mínimas (50 exemplares o primeiro; o segundo só foi publicado em PDF), recebi críticas favoráveis de nomes respeitados, que culminaram com a inclusão de poemas meus num dos volumes da antologia Roteiro da Poesia Brasileira, da editora Global. Atualmente, estou conversando com uma editora grande sobre a publicação de uma antologia que organizei e traduzi, além de ter dois livros de ficção em análise; e o seu site me ajudou muito em todo esse processo, com valiosas dicas sobre atalhos e procedimentos.
Henrique samyn , março 22, 2010
um dia me disseram...
simplesmente, existem dois tipos de poesia, as que voce acha lindas e espetaculares, mas que nao sao rentaveis, e as que sao boas atraves de um olhar de quem entende de arte.
Eu nao entendo de arte, eu nao julgo o que é bom o que é ruim, minhas poesias estao na gaveta, é uma questao de senso.
Gisela santana , abril 14, 2010
sapato sem lustre


A pele acostuma-se ao frio e até o amor se acaba
O corpo quer o novo. O passado presente é “eca!”.
O sorriso ficou velho. E bobo é quem para de rir.
Não vale apenas alisar a cabeça do velho gaga.
O burro não ver que ali se esconde um tesouro.

Depois da morte reina a saudade e o remorso
Enterrado sob sete palmos o verdadeiro amor
Mas, a vida continua e nada de útil se aprende.
Volta-se a humilhar e matar nossos velhinhos.

Recomeça o ciclo. Agora, eu na pele do ancião.
Do porão, vejo meu pai no céu me chamando.
Chamando-me sorrindo para me pedir perdão
Sou móvel velho que há tempos saiu de moda.

Sou móvel velho inútil encostado por enquanto
Remoendo as mágoas e escondendo o pranto
Jogado a míngua nas filas da previdência social.
Pisoteado nos ônibus por um bando de animal.

Na multidão, esbarra as tais leis de prioridades.
Os primeiros lugares não são nossos de verdade.
Sem sola, palmas e sem lustre, eu que tanto brilhei.
Num cantinho de uma estante no porão fiquei.

concordo plena mente com o texto. afinal, faço poesias para expressar o que eu sinto e tenho certeza que deve ter outras pessoas por ai que sente o mesmo. então foda-se o resto. com todo respeito é claro.







marcos santos , abril 15, 2010
trovas
eu adoro fazer trovas veja

la pra tras da minha casa
tem um pé de macieira
o meu corpo esta em brasa
por ti menina faceira


chato é noite de domingo
e eu sair pra trabalhar
de coragem nen um pingo
quero mesmo é decansar


altair jose dos santos , maio 19, 2010
Nada igual


Turbilhão de emoções
Manto de tristeza
Envolve os corações
Dilacerando a pobreza

Remoto ânimo de reações
Desfaz a comoção
No destino da realidade
Centraliza-se a veracidade

Transformações de ilusões
Aparvalham e compungiam
Na iminência da derrota
Os cadafalsos das sensações
Eloisa Menezes Pereira , maio 24, 2010
para sempre
para sempre me parece tanto tempo...
quando vejo o horizonte que se abril...
carrego comigo meus contratempos...
na imagem refletida pelo rio...

as vezes sinto destilar do favo mél...
as lembranças de um doce beijo...
nas sombras da saudade o féu...
nas marcas do meu desejo...

me curvo em volto ao lençol...
abraço forte ao travesseiro...
um luar feito um farol...
faz meu peito prisioneiro...

se o tempo me provoca temor...
desejo nele um momento...
pra descobrir o amor...
mas pra sempre e muito tempo...
JOSE BRIZOL DE ALMEIDA , junho 04, 2010
gostaria muito de editar os poemas e contos da minha avó, elas sao maravilhosas!!! ai vai uma delas...tem alguma editora pra recomendar
ser feliz
É fácil ser feliz,mas há quem
faça do seu viver eterna desventura.
Não sabe transformar em riso o pranto
E é escravo da dor que assim perdura.

Ser feliz é espalhar amor e paz
É manter nobre e puro o coração.
É buscar o calor que a vida traz
É conhecer a riqueza do perdão.

Ser feliz é manter qual viva chama
a fé,que tudo pode e nos liberta.
É saber confortar o irmão que clama
É saber socorrer na hora certa.
escrito por neuza hourneaux (in memorian)
jacqueline h. , junho 29, 2010
Gostei do comentári
Eu acho realmente que cada tem que ter estilo próprio.
eu por exemplo escrevo numa linha de raciocinio simples.
o que me cerca?
Minha inspiração são amigos, amores, experiências vividas.
Thamy Silvia , setembro 14, 2010
...
De onde vens?
__Do país dos sonhos...
Que trazes
__Um coração partido...
O que procuras?
__A felicidade...
Do que sentes falta?
__De carinho...
Já amaste?
__Uma vez na vida...
O que achaste do amor
__Maravilhoso...
Sentes falta da pessoa amada?
__Sim...
O que te faz triste?
__A incerteza...
Porque choras?
__Porque sofro...
Porque sofres?
__Porque te amo...
(Escrito por Rafaela Lettnin)
rafaela lettnin VENSKE , setembro 25, 2010
Poema
O Abismo

Na mais van das loucuras,deparei-me com um único caminho:O Abismo.
Impulsionado pelo desespero,e tendo como conselheiro,e como amigos,a vergonha o medo e sensação de perda!
E como fiel aliado,o Pânico.
Tive então a vontade de desistir,me entregar e morrer.
Pois o que era a vida para mim ,se não uma grande decepção.
Eu era,um nada, um ninguém,eu não era.
Eu já não existia,e nem falta fazia.
Então veio o vazio dentro de mim,que era exatamente como aquele Abismo.
Então decidi ir,pois achei minha outra metade.
Disse ao Abismo:
Sou frio e vazio como você!
Somos feitos um para o outro.
Me atirei ao seu encontro.
E fui.
Ao encontro do único que era igual a mim.
O Abismo.
Foi então que de longe pude ouvir,uma voz doce e calma que dizia assim:
Largue ele,ele não pertence a você!
Ele nasceu para brilhar e vencer!
Então Ele me pegou em seus braços,abriu meus olhos,e um mundo novo me fez ver!
Me colocou de pé,e disse:
Te dou tudo que veio perder.
A ti,dou a vida como deve ser.
Eu perguntei:
Quem é você?
Ele suavemente começou a me dizer:
Nada sou,a não ser o que está dentro de você.
Eu sou o amor,a paz,a vontade de viver!
Eu sou seu pai,sua mãe,seu filho,Eu sou você.
Eu sou seu encanto,sua magia,seu mistério,seu poder.
Eu sou um Anjo da guarda para você.
Eu sou o tempo,o vento.
O viver,o morrer.
Eu sou o DEUS que habita dentro de você.

Alexsandro de Melo Rodrigues , outubro 03, 2010
sonho de criança amiga
a noite chega fria , triste , maldita , como cadaveres podres que andam, zumbis noturnos, vermes adormecidos... assim sinto-me minha alma geme, chora , em mei peito a dor , imensa dor que me leva ao mais longincuo abismo, e de la me lanço num desespero profundo e agoniza minhalma... meus ossos triturados lentamente sao... minha mente pesa, meus pensamentos sao confusos... agonizo,,, busco uma saida. olho pra alto, vejo a chuva, choro, meus olhos caem no chao , minha mente gira... sou um louco no meu proprio mundo,,, tento desesperadamente uma saida , nao vejo nenhuma luz,,, caio . sombras me cercam e atingem ao peito , meu grito imenso de dor nao soa... preso dentro de mim com a mais intensa angustia ... nao ha mais esperança... ouço o silencio... vejo o vazio... sinto um toque... sereno, suave. vejo um vulto... nao tenho mais forças, algo toca meu rosto , fantasmas gemem dolorosamente, angustia desespero. medo. levam -me ao voo profundo,,, sou lançado dentro de mim novamente, sinto-me vivo, renasce a esperança... sinto um beijo... labios quentes , ardentes, o fogo me consome em chamas de vida, sinto que vou viver , meu vulto se distancia, -nao- nao - preciso voltar pra escuridao em que me encontrava , preciso da dor , da angustia do sofrimento , do vulto, preciso morrer para viver , preciso da morte para encontrar a vida , preciso de te meu vulto macabro , preciso de te - minha morte amiga.
Maxwell ferreira , janeiro 18, 2011
Comentario.
Boa Tarde.
Todo mundo diz que a poesia em si é uma forma de expressão junto também como ponto de vista um pouco diferenciado. Aqueles que possuem a pequena diferença assim como eu, de ver as coisas por suas entre-linhas devem de qualquer maneira se expressarem, mas de uma forma que irá cativar os pensamentos de um Confuso e o ajude a refletir sobre suas dúvidas.
Existem poetas ou escritores de diferenciados gêneros seja tu qual for, escreva; se expresse porque da mesma forma que há poetas e escritores diferentes, há tambem leitores e compreendedores diferentes.
Abraços favor visitem meu Blog jhonathan-frases.blogspot.com.br
Jhonathan Péricles , janeiro 23, 2011
Opiniao
Olá a todos!
Nao li todos os comentarios, mas o pouco que puder ver é que todos se basearam numa unica verdade. Todos os poetas que conhecemos sao completamente diferentes. Me interessei por poesia quando li um livro de Cecilia Meireles, seus poemas e poesias eram intimistas, mas eu me via em cada palavra que ela citava, no poema Mulher ao espelho "Por fora, serei como queira
a moda, que me vai matando.
Que me levem pele e caveira
ao nada, não me importa quando..."

Retrata o que ela e muitas mulheres pensavam de si mesmas e que hoje ainda pensam.

Ja Fernando Pessoa citava em sua maioria, sua visao sobre o que estava ao seu redor. Sentado em um banco, ele escrevia sobre a mulher que caminhava pela manha, sobre os vizinhos a conversarem..

Discordo do texto de Laura no ponto em que falar o que voce sente nao vende, pois como a musica muitos artistas falam de seus sentimentos. Voce ouve uma musica e sente como se fosse feita para voce, eu leio um poema e sinto como se falasse de mim. A sua unica arma é a persistencia, nao pare quando alguem disser que o seu trabalho nao presta, tente ao menos umas 100 vezes se forem todos da mesma opiniao, talvez realmente nao seja o teu forte.

Quem diria q as letras das musicas de mamonas assassinas venderiam tanto??? Talvez tenha sido pela ousadia e persistencia deles. Ou que obras de um pobre coitado louco (Pablo Picasso) custariam bilhoes???

Concordo com Laura em que devemos ser nós mesmos e nao copiar.
Eu nao escrevo como Cecilia, mas sou poeta intimista tambem, e isso nao faz mim uma copia dela.


Boa sorte a todos!
e uma dica: 'Se voce quer, vai buscar... É só teimar'
Luana , fevereiro 07, 2011
Site excenlente
Achei muito interessante, válido e completamente insdispensável as dicas, sugestões e orientações que vocês do site colocam. É quase um veículo de utilidade pública, pois é preciso e bem escrito, sendo objetivo, claro, direto, mas sem ser chato ou ríspido ao ajudar as pessoas que buscam informações de como produzir e tentar publicar seus escritos. Isso é muito importante, principalmente por desmonstrar para as pessoas como proceder na busca de seus objetivos, dando-lhes as maiores chances possíveis. O site esta de parabéns e toda a equipe também. Excelente trabalho!
Alexandre sr , fevereiro 08, 2011
viagem espacial
Num foguete vou em busca,
De uma estrela cadente,
E nesse universo somente,
Espiarei o luar.
Sempre com a alma perdida,
Que levo na vida,
Querendo encontrar.
Planetas escondidos,
Que vejo a todo instante,
No meu pensamento constante,
Sobrevivo a olhar.
Procurando amores,
Escondendo as dores,
Carregando flores,
E continuando a viajar!
Thais de oliveira garcia , fevereiro 20, 2011
pOLUIÇÃO EM PALAVRAS

Passei por aqui só pra enetender um pouco mais e aí me deparo com uma "avalanche" de palavras poluídas.

É tão simples assim:
Poesia não vende!
Poesia é necessária, mas não vende!
Poesia é transformadora, mas não vende!
Poesia é palavra todo dia, mas não vende!

então faça poesia e contrate uma bandinha de axé...vende!!!
então faça poesia e troque uns acordes no violão...vende!!!
então faça poesia e amizade com artistas pop´s e pichadores....vende!!!


então............ faça poesia e solte ao vento

quem sabe um editor (que tá com a receita de fluoxetina vencida)
te leia...aí derepente vc participa de uma salinha na FLIP 2012

Beijos aos poetas!!!
Maria Dilan , fevereiro 24, 2011
A dor de um amor
Se o amor não vive sem a dor,
Então que eu viva com a dor,
A dor de não ter seu amor,
Pois nublado e sem cor
é a dor de um amor.

Quisera eu ser o causador
da sua feliz vida indolor,
Quisera eu ser inspirador,
dos suspiros de amor
que alimentam seu vigor.

Mas sou apenas admirador
da sua beleza e dulçor,
Porém, neste sentimento interior
sinto a dor de um amor.
Léo Martins , maio 11, 2011
Mudem o nome do site
Este site deveria se chamar "desencorajando poetas"pois Há um visível preconceito em relação a poesia e uma profunda ignorância sobre o gênero no texto acima, além de uma visão friamente capitalista.Fiquei impressionado principalmente com a parte que diz: "Muitos poetas insistem ainda -- de modo nervoso, irritado -- em querer ser publicados por editoras comerciais quando falam apenas de si mesmos, de suas vidas, sem que nada de muito diferente tenham feito. Ora, sua vida interessa a quem conhece você, quem gosta de você. Se você escreveu algo sem chance de poder encantar a um norueguês daqui a cinqüenta anos, sugiro que parta para a publicação por conta própria.".Acho que, um norueguês, daqui a cinquenta anos vai se interessar por textos com qualidade acima de qualquer temática pois quem fala de si mesmo não é o autor e sim o eu-lírico que fala na poesia.mesmo que um autor ignorante ponha a sua própria vida no poema,a voz do eu-lírico prevalecerá.no caso extremo de nomes pessoais serem citados,eles se tornaram ,automaticamente,personagens.A literatura é bem maior do que nós."a arte é maior do que as pessoas" E quem decide o que "vende" é o público e a crítica e não as editoras.Desafio a senhora Laura bacellar a rever seus conceitos sobre a poesia e a guardar suas opiniões pessoais para si mesma.
João wil , junho 06, 2011
livros
ola eu quero muito saber como eu inicio um livro de poesias.
mariangela , julho 13, 2011
Pfff!
Sra. Laura
Poesia não só vende como "dá" nobel. vide pablo neruda, 1971!
ignorância é foda!
Landwehrle , julho 24, 2011
Viva e Deixe Morrer
Eu tenho um blog de poemas góticos, gostaria de criar um livro com eles, pois contam histórias ocultas e ou sombrias.
Escrevo também histórias, mas prefiro os poemas.
Michele oliveira , julho 31, 2011
...
muito boas suas orientações...obrigada!!!
layne , agosto 29, 2011
Parabéns bacellar
Borboletas & Mariposas
.




a mãe uma borboleta
nem flor nem pássaro
uma borboleta

o pai era um sorriso
embriagado dos perfumes
das mariposas

as mariposas uma nuvem de putas
que se equilibrava sobre a aura
de nossa casa

a casa ora a oração da mãe
ora os perfumes das putas do pai

eu era invisível
como o ódio da mãe
e o sorriso perfumado do pai

um dia a casa ruiu
sob um forte temporal
vi minha mãe partir em silêncio...







Concordo plenamente com LAURA BACELLAR. e acrescento mais, 99/. que querem
vender como poesia, são lixo do lugar comum. A laura tem toda razão sim, a poesia mal feita
só depõe contra e enfraquece a verdadeira poesia!

Bacellar,
Parabéns pelo texto árido e inteligente!

Bento Calaça
Bento calaça de farias , agosto 29, 2011
poesia é profissão de fé
sou poeta bissexto, mas tenho uma opinião formada sobre esse assunto. poesia é profissão de fé. mesmo os grandes poetas vendem pouco. poesia é cem por cento arte e não comércio. não conheço poetas bestsellers, deve ter alguns, mas não me lembro no momento. ser poeta é estar enxugando gelo de corações, eis tudo.
rOGÉRIO , setembro 09, 2011
...
MORRO DE FOME, MORRE SEM NOME MAS MORRO DE AMOR!
EIS que sou poeta e a que a mídia acefálica não me queira!
poesia é ciência!
Fagner Valença , setembro 13, 2011
Como é saudável escrever!
PENSO QUE É Saudável escrever. Sejam poesias, contos, crônicas, ficções... e mais saudável ainda escrever "sem compromisso". SEM AQUELA ÂNSIA PELO RECONHECIMENTO, O SUCESSO, A FAMA, A DIVULGAÇÃO DE SEUS ESCRITOS POR PARTE DE OUTRAS PESSOAS.
SE DESEJA ADENTRA NESSE MERCADO, SIGA AS DICAS APRESENTADAS NO TEXTO AQUI PUBLICADO E PROCURE OUTRAS, TAMBÉM, EM OUTROS WEBSITES (SÉRIOS) E COM OUTRAS PESSOAS (SÉRIAS E EXPERIENTES).
AGORA, SE PARA VOCÊ QUE GOSTA DE ESCREVER, SEUS ESCRITOS POSSUEM UM VALOR DIFERENTE... CABE A TI CONTINUAR ESCREVENDO, O QUE GOSTA E COMO GOSTA. SEM ILUDIR-SE E MERGULHAR NO UNIVERSO DAS CRÍTICAS BOBAS. QUE NÃO CONTRIBUEM EM NADA ÚTIL, A NÃO SER CAUSAR POLÊMICA, QUE DIVERTE MUITOS, QUE NÃO NECESSARIAMENTE ENTRAM NESSE SITE PARA CONHECEREM UM POUCO MELHOR O MERCADO E ADQUIRIREM OUTROS CONHECIMENTOS, PARA, QUEM SABE, COMEÇAR A SUBIR OS PRIMEIROS DEGRAUS RUMO A UMA OPORTUNIDADE, PODE OU NÃO SER ALCANÇADA.
SE GOSTAS DE ESCREVER PARA E SOBRE SI, CONTINUE. SE GOSTAS DE ESCREVER PARA UM CÍRCULO LIMITADO DE PESSOAS (AMIGOS, PARENTES E AFINS), PROSSIGA. SE QUERES ATINGIR ALGO ALÉM DISSO, PENSE MAIS ANTES DE POSTAR SEUS ESCRITOS, BLOGS COLETIVOS, PÁGINAS DE "RECANTOS DAS LETRAS" E POR ÚLTIMO, CRITICAR À TOA, ALIMENTANDO A POLÊMICA BARATA.
ACRÍSIO , outubro 03, 2011
sOL GELADO?
viu o sol e estava quente. redundânciaaaaaaaaaaaaa
KAKAKAKA , outubro 05, 2011
obrigada!
Laura e Sydney,

Meus parabéns pelo texto, PELA PACIÊNCIA e pelo serviço que o site presta à comunidade de escritores aspirantes.

É tudo muito motivador! smilies/smiley.gif

Grande abraço,

Lia

PS: Pelas almas aqui perdidas só posso lamentar e arriscar um humilde conselho: COMPREM E LEIAM MUUUUUUUITOS LIVROS. A interpretação precede a redação...
LIA , outubro 11, 2011
apenas um dia ruim
cada tombo e quedas são apenas motivos, para que possamos erguer a cabeça e mostra que é apenas um dia ruim e que tudo isso vai passar, igual uma tempestade causa estragos mais em seguida vem o sol com um novo brilho e claridade em nossas vidas, dando forças mais ainda para que possamos continuar,independente do que vem a ocorrer a nossas vidas.
rafael batista , outubro 31, 2011
A morte e a vida
O tempo retarda
A morte passada
De quem não morreu
De quem padeceu
A morte não para
E a vida reage
A morte te leva
E a vida renasce
A morte que vence
Da vida que teima
Na terra não fica
No espaço se queima


Autor: Crispim Aldana

A vida é assim, só não podemos desistir e seguir em frente com nosso propósito, ser poeta feliz natal á todos
Crispím aldana , dezembro 22, 2011

Escreva seu Comentário

menor | maior
security image
Escreva os caracteres mostrados

busy

Você também pode se interessar por:

Propaganda viral

A propaganda viral tem crescido muito nos dias atuais. Ela consiste em você criar algum material que despertará a vontade nas pessoas em espalhá-lo pela internet por conta própria. Existem várias possibilidades de criar uma propaganda viral, com a...

Por Sidney Guerra

Vou fazer meu site, mas para quem?

Vou fazer meu site, mas para quem?

Quem deve ser atingido Esta é uma pergunta constante a ser feita, tanto na etapa da elaboração do site quanto na sua manutenção e por quanto tempo ele estiver no ar. Esta é uma pergunta que deve ser feita diariamente. Nunca...

Por Sidney Guerra

Mais dicas úteis para criar seu site

Mais dicas úteis para criar seu site

Mais algumas dicas muito úteis para criar seu site: Trabalhe o visual do site em primeiro lugar. Um site mal planejado visualmente não leva o visitante a lugar nenhum, evite links confusos, excesso de elementos piscando (aliás, tem coisa mais...

Por Sidney Guerra

Onde encontro uma lista de editoras?

Você não encontra. Já cansei de responder a esta pergunta, como muitos de meus colegas editores, e deixo aqui a dica de como você pode encontrar a editora certa para seu original.Você não pode ter preguiça e não pode querer...

Por Laura Bacellar

Divulgar, divulgar, divulgar

Divulgar, divulgar, divulgar

Fazer um bom site, publicá-lo na Internet e fazê-lo aparecer no Google são etapas necessárias para existir online, mas não são suficientes para sobreviver de forma confortável neste vasto mundo virtual. O próximo passo, tão importante quanto criar um...

Por Sidney Guerra

Propaganda boca-a-boca

Propaganda boca-a-boca

A propaganda boca-a-boca é uma das mais eficientes para divulgar seu livro e seu site, tanto para o bem, quanto para o mal. Ela funciona como uma corrente: quando alguém visita sua página e gosta muito, a tendência é...

Por Sidney Guerra