Como envio meu original?
Linha editorial adequada
Como já disse, a enorme maioria dos originais que chegam a uma editora não têm nada a ver com a linha editorial da casa.
O que é linha editorial?
Linha editorial são os assuntos – ou gêneros literários – que a editora costuma publicar, e também a abordagem dentro dos assuntos. Se você for a uma grande livraria, verá que habitualmente os livros são divididos em algumas categorias, como história, auto-ajuda, romances, marketing etc. Uma livraria como a Cultura de São Paulo tem mais de cem divisões principais, fora as subdivisões. Essas podem ser consideradas linhas de publicações praticadas pelo mercado.
Dentro de uma mesma área, como por exemplo sociologia, você encontra várias tendências: historiográficas, antropológicas, de esquerda, de direita, pró-Estados Unidos, pró-França e por aí vai. Se você quer ter alguma chance de ser considerado por uma editora, precisa encontrar uma que publique o gênero dentro do qual a sua obra se encaixa, inclusive com o mesmo enfoque que você deu.
Nessa seleção, você precisa ter muita frieza. As editoras não têm interesse em adequar as suas linhas a você, é você quem precisa se adequar a elas. Se a sua obra é “mais ou menos” parecida com as que uma casa publica, você vai ser recusado. Não adianta você levar sua autobiografia (sendo que você é um vendedor de carros aposentado) dizendo que ela tem um caráter histórico. As editoras de história vão todas recusar a sua obra, e apenas editoras que eventualmente publiquem autobiografias de pessoas não famosas poderão se interessar.
A maneira de saber o que as editoras publicam é indo até uma boa livraria e vendo o que foi lançado na sua área. Não adianta tampouco localizar editoras que nos anos setenta publicavam poesia, mas que agora se dedicam apenas à informática. Muitas vezes, as linhas editoriais são fruto das preferências de um editor específico, que pode se aposentar ou trocar de emprego. Verifique o que tem acontecido no mercado nos últimos dois anos.
Nunca -- nunca! -- mande uma carta dizendo “não conheço a sua editora, mas estou enviando minha obra”. A pessoa que seleciona os originais vai pensar que, se você não se deu ao trabalho de fazer uma simples pesquisa em uma livraria, com certeza não está apresentando uma obra adequada à linha editorial da casa.
Para que insultar uma empresa que você quer interessada em você?
Originais impressos, limpos e organizados
Apresentação conta. Quando for enviar seu material a uma editora, imprima ou fotocopie o seu original sem sujeiras ou áreas cinzentas ou letras apagadas. Evite também correções a mão. Por outro lado, não gaste seu dinheiro com encadernações luxuosas ou fotos de autor produzidas em estúdio. O necessário é enviar um material fácil de ler, não um livro acabado.
É completamente irrelevante fazer uma diagramação caprichada de sua obra, como se as páginas fossem ser impressas a partir dali. Os programas usados para a paginação profissional de livros são o PageMaker ou o QuarXpress, e tudo o que você faz no Word exceto o texto é perdido na transcrição. Fontes exóticas, cores, tabulações, recuos e outros recursos para embelezar as páginas devem ser evitados porque chegam a atrapalhar. Use apenas o que for necessário para diferenciar títulos de subtítulos e de aberturas de capítulo.
Não apresente idéias de capa ou de ilustrações internas. Enviar uma capa desenhada por um amigo dá a idéia de que você é um amador que não entende absolutamente nada de publicações. A capa é uma decisão editorial e de marketing importante, que envolve a imagem e o estilo da editora. A menos que você esteja apresentando o trabalho de um capista qualificado e experiente, sua sugestão irá apenas aborrecer o editor.
Faça uma revisão de seu texto. Apartes do tipo “essa obra não foi revisada, sei que a editora conta com ótimos profissionais“ não impressionam nada bem. Se você é tão incompetente com o Word que nem passar a revisão ortográfica consegue, não transmite a segurança de quem sabe sobre o que está escrevendo. Peça a um amigo ou a um revisor profissional para eliminar pelo menos os erros ortográficos mais gritantes, se isso está fora do seu alcance.
Numere as páginas de sua obra. Ela não precisa estar encadernada, mas se não estiver numerada, um acidente -- como deixá-la cair no chão -- pode tornar a leitura impossível.
Escreva o nome da obra, seu nome verdadeiro e de eventuais co-autores, seu endereço, e-mail e telefones de contato na primeira página. Muitas obras se perdem porque os autores colocam seus endereços apenas no envelope, e este se separa da obra ao ser enviado para leitura. Se quiser ser mesmo cauteloso, imprima seu nome e telefone no alto de todas as páginas, como um cabeço. O eventual uso de pseudônimos pode ser decidido depois, caso um contrato venha a ser negociado.
Acrescente apenas as ilustrações e gráficos que forem necessários à compreensão do texto, uma vez que é a editora que decide como diagramar seus livros. Se você precisar incluir imagens que não sejam suas, terá de citar a fonte completa ou, em caso de fotos, pedir permissão para a reprodução. Evite portanto se apropriar de material publicado em outros livros, visto que dá muito trabalho ficar obtendo permissão das editoras originais.
Carta de apresentação
Seu original deve ser acompanhado de uma carta simples e resumida de apresentação. Nela é ideal que você cite algumas coisas.
Comece com o nome do editor responsável pela área. Faça uma pesquisa e evite o genérico “Excelentíssimo senhor editor”, porque muitos editores são jovens sem qualquer afinidade com honoríficos, e mais da metade são mulheres! Melhor começar com “Prezada dona Sônia”.
Mencione o gênero de sua obra e a coleção em que ela se encaixa na editora, ou uma obra na mesma linha que aquela casa tenha publicado. Isso demonstra que você se deu ao trabalho de pesquisar o catálogo da editora e sabe o que ela publica.
Explique rapidamente o diferencial de sua obra em relação a outras no mercado. Não é bom você dizer que sua obra é parecida com a de um grande mestre porque o editor preferirá continuar publicando quem já é conhecido. É mais eficiente você dizer em que a sua obra é melhor, ou mais abrangente, ou mais atualizada que a do grande mestre, para que o editor se interesse em concorrer com a obra já famosa.
Se você escreveu uma obra de não-ficção, precisa mencionar suas qualificações como autor: se é professor, pesquisador, aficcionado pela área etc. Note que não adianta você ser um juiz renomado se está apresentando um livro sobre natação, nem querer publicar uma crítica ao sistema judiciário se você é professor de educação física. Você precisa demonstrar ao editor que entende do assunto sobre o qual está escrevendo.
Se tiver outras obras publicadas, mesmo que apenas artigos, mencione-as.
Recomendações de pessoas importantes contam, mas apenas as de profissionais da área sobre a qual o livro trata. Se seu livro é de culinária, colecione comentários de chefes e donos de ótimos restaurantes, e esqueça os de amigos e parentes. Se a sua mãe e os seus amigos não elogiarem você, quem irá fazê-lo?
Cuidado com as recomendações dúbias. Muita gente famosa evita fazer referências positivas a obras de amigos e conhecidos, optando por declarações simpáticas e vazias. Editores são mestres na leitura entrelinhas, e uma recomendação dessas pode acabar funcionando contra a sua publicação. Cite apenas quem fala muito bem de seu trabalho.
Caso você trabalhe em algum meio de comunicação poderoso, ou tenha acesso a muitos clientes, alunos ou outros possíveis compradores de seu livro, mencione isso rapidamente. Conquanto não seja suficiente para que sua obra seja publicada, pode ajudar na decisão caso haja dúvida sobre a editora arriscar em você ou não.
Em sua carta, evite adjetivos e comentários auto-elogiosos como “essa é a melhor obra que você já leu”, porque o editor prefere julgar por ele mesmo. Também passe longe de argumentos como “publique logo ou irá se arrepender”. Editores têm uma longa experiência de sucessos e fracassos e sabem que ninguém, mas ninguém mesmo, consegue garantir que uma obra será um sucesso. Já viram autores de muita vendagem lançar livros que acumulam poeira nos depósitos, assim como obras esquisitas de repente caírem nas graças do público.
Você querer ensinar a missa ao padre só aborrece, e desperta pensamentos do tipo “se você tem tanta certeza que sua obra será um sucesso, porque não pede um empréstimo ao banco e a publica você mesmo? Seria você quem ganharia todo esse dinheiro que diz que eu vou ganhar...”
Atitude profissional
Relembrando uma vez mais, quando você apresenta uma obra a uma editora comercial, está pedindo um empréstimo. Portanto, além de fazer um esforço para procurar uma editora que concorde com o conteúdo de sua obra, e apresentá-la o mais limpa e legível possível, você precisa respeitar o modo de funcionamento da editora.
Já fui visitada por muitos autores demandando que eu chegasse a uma decisão sobre a obra deles de uma semana para outra, porque iam viajar, ou queriam ser publicados antes do Natal, ou outra razão qualquer. É o equivalente a entrar no Banco do Brasil e querer quinhentos mil reais hoje, porque você precisa comprar um maquinário para a sua fábrica amanhã. Você acha esta uma tática eficiente para convencer com um gerente de banco?
Editoras têm uma maneira de funcionar. Seguem uma rotina para a apreciação de originais, e mesmo obras altamente interessantes requerem tempo para ser lidas e estudadas. Além disso, toda editora que se preze se programa para publicar um determinado número de livros por mês. Algumas são mais elásticas e até podem colocar um livro na frente de outro, mas é comum que tenham prioridades e prazos com outros autores a cumprir. Mesmo que queiram apressar loucamente uma publicação, não conseguem editar um livro decentemente antes de dois ou três meses depois da assinatura do contrato.
Portanto, entrar na sala de um editor exigindo decisões imediatas é o mesmo que pedir para ser recusado. Querer que as suas necessidades e conveniências sejam consideradas acima das da empresa é completamente irrealista. E pressionar um profissional atarefado para que atenda você em detrimento de suas outras atividades é de uma sensacional falta de tato, que em geral provoca apenas irritação. Se você não é presidente da República, nem da General Motors, nem dono do maior jornal do país, nem filho do dono de um grande canal de televisão, evite essas táticas invasivas e agressivas.
Respeite o tempo de resposta da editora. Ficar telefonando e pedindo uma decisão é cortejar uma resposta negativa. O profissional do outro lado às vezes não consegue tempo para avaliar originais, e a sua ansiedade de autor pode precipitar uma recusa para que simplesmente pare de incomodar. Se a sua obra tem a ver com a editora, em algum momento será avaliada.
Não queira um parecer sobre a qualidade de sua obra, a menos que você se disponha a pagar por uma leitura crítica e a editora ofereça esse serviço. Para que essa relação flua melhor e você sinta menos ansiedade, facilita entender que o editor não é um profissional pago para dar aulas ou explicações, mas sim para escolher obras que combinem com a linha da editora, rendam boas vendas e alto prestígio. Você só vale a pena em termos de investimento do tempo dessa pessoa se apresentar uma obra que seja quase ótima e precise de uns poucos ajustes para ser publicada. Se mandar algo que não tenha qualquer potencial de entrar no catálogo da editora, evidentemente o editor não quererá ficar explicando comos e porquês.
Imagine que precisa comprar uma geladeira. Você mediu sua cozinha e sabe que pode comprar uma de até um metro de largura, prefere uma branca, com congelador separado, de até setecentos litros. Você tem um preço máximo que pode pagar. Aí vai a uma loja e começa a olhar um modelo. Um vendedor ansioso mostra como ela abre, diz suas especificações e preço. Você fica avaliando e ele começa a insistir para você resolver, pois já está ali há meia hora. Não é irritante?
Você depois decide não comprar aquela geladeira, seja porque é vermelha, seja porque não gostou do tamanho, seja porque é cara demais. Agora imagine como seria estranho e cansativo se você tivesse de explicar ao vendedor exatamente porque não quer aquela geladeira e se ele, ainda por cima, ficasse ofendido e tivesse um ataque de ansiedade!
O editor tem todo o direito de recusar uma obra sem explicação. Lembre-se de que se trata de um negócio, conduzido por profissionais ocupados que tentam cumprir metas. Não há espaço para afagos ao ego, ataques de ansiedade e grandes sensibilidades nessa transação.
Envio de originais para várias editoras
É perfeitamente razoável que você envie uma cópia do seu original a todas as editoras que publiquem aquele assunto com o seu enfoque, assim você evita ficar aguardando a resposta de uma para consultar outra. Se fizer uma boa pesquisa, provavelmente você não irá levantar mais do que uma meia dúzia de concorrentes. É educado, no entanto, avisar as editoras caso uma delas aceite o seu original, para que interrompam o processo de avaliação.
Conselho amigo: só considere ter tido uma resposta positiva depois que assinar um contrato. Qualquer conversa antes é mera especulação, que pode evaporar de repente se o editor mudar de emprego, ficar doente ou grávida, se um bestseller inesperado naquela área aparecer no mercado ou qualquer outro acidente do gênero.
Às vezes você pode querer forçar uma resposta positiva de uma editora mais importante se já tiver sido aceito por uma editora comercial pequena. Tente, mas leve em conta o que eu já disse sobre a atitude mais adequada para se tratar com editores e refreie impulsos agressivos.
Outro conselho amigo: não minta. O mercado editorial brasileiro é pequeno, os profissionais se conhecem e costuma ser fácil verificar se determinada editora aceitou o seu original ou não, caso isso pareça improvável. O editor pode também ficar genuinamente contente que alguém vai publicar a sua obra e lhe desejar boa sorte, sem querer competir com a outra editora.
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Adicionar comentários RSSeditoras específicas à minha obra
Realmente, não me recordo de ter feito algum tipo de inscrição, mas há 4 anos atrás estava tão fascinada por ter minha obra editada que devo ter colocado meu nome em "sabe Deus" quantos lugares, que bom que o seu surtiu efeito! Acho que não preciso dizer que o meu anseio ficou "espraiado ao ar", e ainda continuo sem saber como fazer para conseguir editar o meu livro.
Eu sei muito bem que as pessoas muitas vezes escrevem um texto pobre que não causa interesse em ninguém além de si própria,mas é como um filho, por mais feio e incapaz, para a mãe é lindo e especial, e quem irá dizer o contrário? Bem, se suspeitasse que minha obra pudesse ter um tom duvidoso nem a teria escrito. Na verdade, nem sei muito bem porque a escrevi, além do idealismo na luta contra a desigualdade sexual, social, etc. Não sou escritora, mas vou te contar o que aconteceu. Este livro surgiu na minha cabeça "do nada", estava lavando louça quando as imagens foram surgindo na minha mente, era como se estivesse assistindo a um filme, adorei a história e me recusei perdê-la, porque era linda! Eu a escrevi? Não tenho a mínima idéia! É assim que ocorre o início de um livro? Como lhe disse, não sou escritora, sou uma psicóloga, mãe, dona de casa, por isto procurei a ajuda de um profissional cuja crítica foi extremamente positiva, dizendo se tratar de um livro "maior" que o quanto mais se lê, mais se percebe a sua riqueza de detalhes, (espero que a crítica tenha sido verdadeira, afinal paguei para isto), no entanto isto não me deu nehum respaldo a não ser que não estou caindo no velho truque da "mãe coruja". E daí? O que você tem a ver com tudo isto? Eu não sei, o que sei é que adorei todo este seu trabnalho em dar suporte a autores iniciantes como eu que não sabem nada de nada e ficam à mingua. Por outro lado, ainda não cheguei ao cerne da questão, o meu grande problema é que o meu livro se trata de um assunto homossexual, como você pode ter percebido, não faço parte deste grupo, não leio livros com este tema, pouco conheço pessoas que fazem parte deste mundo, por isto,apenas enviei minha obra a uma única editora que conheço e que a rejeitou, será que existem outras editoras, será que neste tipo de editoras também existe uma linha ideolágica a ser seguida? Como faço para conhecer um pouco mais a respeito? Não sei se me engano, mas acho que obras desta linha ainda são marginalizadas, apesar do público que apresenta. O meu romance é uma obra de ficção, mas se passa num momento histórico altamente pesquisado (monarquia portuguesa no Brasil), será que o público não se interessa por este tipo de assunto? Gostaria de saber a sua opinião e agradeço muitíssimo pelo espaço, estou esperando por algo assim há muito tempo, muito obrigada e aguardo a sua resposta.

resposta
procure melhor por editoras. Há muitas por aí, e homossexualidade não é um assunto que provoque recusa da maioria delas (com exceção das religiosas). Se vc fizer o que sugiro no texto acima e seu original tiver a qualidade que o parecerista indicou, vc acabará sendo publicada, é só não ter preguiça.
achei meio complicado encontrar editoras especificas para minha obra?
meu texto fala sobre o que mais conheço: o rio de janeiro e da relação do carioca com essa cidade "maravilhosa", principalmente a relação das mulheres com o microcosmo carioca.
o texto é sobre a a relação direta e pessoal, bem pessoal, das personagens principais com a violencia, trafico, politica, pequenas rodas e universos paralelos que giram apenas em torno do carioca. fala da cultura carioca de não fazer nivel superior; da ansia pela vida e da falta de paciencia pelas oportunidades e do jeitinho carioca. é ambientado em um momento entre os anos oitenta e inico do seculo XXI. intencionalmente deslocado no tempo. conhece alguma pequena editora que publique esse tipo de texto. grato.
resposta
procure melhor. Há tantos e tantos livros sobre o Rio de Janeiro! E, mesmo que vc não encontre sobre o seu jeito de olhar as mulheres cariocas, deve encontrar quem pense mais ou menos o mesmo, na mesma linha de raciocínio, sobre outros assuntos. Acho improvável vc ter inventado um modo novo de olhar o mundo, vc deve ter companhia em outros escritores. Procure em outras livrarias, pergunte aos livreiros. Não é tanto o assunto que pesa, mas a abordagem.
Outra coisa: se vc escreveu uma trilogia, o livro um precisa funcionar sozinho, ser interessante e legível sem os outros. Se for, não vai fazer diferença para o editor para publicar ou não. Se não for, mude. Um volume de um autor desconhecido que precise de mais dois para fazer sentido não tem chances. Concentre-se em uma obra de cada vez.
boa sorte.
recomendações
Eu fiquei com uma dúvida quando você se refere a recomendações.
Sou psicóloga hipnoterapeuta e escrevi um livro sobre regressão de vidas passadas com uma paciente que, em vidas passadas, foi uma pessoa famosa. Eu não poderia colocar as recomendações de pessoas que foram meus pacientes e que são importantes, mas não são da minha área?
Mais uma dúvida, eu preciso enviar uma cópia do livro para estas pessoas e solicitar que elas façam uma recomendação?
E em caso afirmativo, eu coloco estas recomendações quando envio a cópia para a editora e com qual título?
Antecipadamente agradeço e aguardo seu retorno
Enviar ou entregar?
uma coisa não ficou claro para mim: devo procurar pessoalmente as editoras ou enviar, para o endereço adequado, é suficiente para o original ter chance de ser lido?
Faz alguma diferença, em relação as chances de leitura, as duas formas de abordagem?
Obrigado
Ilustrações
...
Idade
qUANDO O SONHO É GRANDE E SE É UM DESCONHECIDO?
Estou em vias de finalizar o mesmo, mas enquanto o escrevia percebi o quanto minha história era interessante, e quantos detalhes poderiam ser inclusos, então amadureci bastante o enredo, analisei cada minúcia em busca de algo que prendesse a atenção do leitor, pois é isso o que busco em cada livro que compro; por fim sentenciei que escreveria uma saga, a qual já formulei todo um esboço com riqueza de detalhes de cada livro...
De início seriam 3, mas a historia não ficaria satisfatoriamente explicada nesse número de volumes, me decidi por 4, mas o tal best-seller também possui essa quantidade
, então finalmente encontrei um número que gosto: 5. Quando se é completamente desconhecida, como eu, como as editoras se comportam? Tenho medo de chegar com o original em mãos e receber uma recusa apenas por ser jovem e não ser jornalista, ou mesmo estudante de Letras... =/
E mais uma coisa: as editoras têm preconceito com as sagas extensas?
Grata
ser um desconhecido
como é a recepção das editoras quanto à sagas (coleções com mais de 4 ou 5 volumes)?
Eles avaliam a formação acadêmica do autor? Não sou formada em Letras, tenho 18 anos, ainda sou universitária de Direito, isso é um ponto contra?
Escrevi um livro sobre uma aventura de um heroi brasileiro e quero ter uma dica sobre o genero aprocurar.
De qualquer forma acho super dificil achar o nome da pessoa responsavel pelos originais, faço a carta com uma saudação generica?
E na carta faço um pequeno resumo do que a aventura se trata? os assuntos abordados? A mensagem que a obra passa?
dUAS EDITORAS ACEITARAM. e AGORA?
Você disse que só devemos considerar o trabalho aceito quando assinarmos o contrato. Mas quando uma editora pequena aceita nosso original para publicação é nós temos interesse em esperar uma grande editora, como fazemos? Assinamos o contrato e depois, se a a grande editora aceitar ignoramos o contrato já assinado? Isso é bem aceito? Ou nesse caso o melhor seria não assinar e pressionar e correr o risco de ficar sem nenhuma das duas?
Grato.
Rodrigo
ARRIscar
Boa sorte a todos...
Caso queiram conhecer meus projetos e trocar ideias acesse:
http://www.escrevendo-livros.blogspot.com/
como publicar meu livro?
Agora é a hora!
Saudações e obrigada por todas as dicas aqui expostas.
Lí uma reportagem sua em uma revista de circulação entre Brasileiros quando eu morei no Japão. Quardei sua reportagem em uma pasta que chamo de "IDÉIAS". Tirei ela da gaveta e no seu site entrei. Já tive 2 idéias e agora tenho a terceira que quero e vou realizar. Isto está fervendo dentro de mim. Vou escrever meu livro! Gostaria de saber se faço no Word mesmo ou preciso de PageMaker ou o QuarXpress? Sou Farmacêutica e fiz 2 Pós Graduação e exerço minha profissão com amor. É por isto que percebi que acabo repetindo várias grandes e pequenas dicas todos os dias e preciso sintetizá-las em um livro; até para presentear os meus clientes. No momento recomendo (muito) a eles "A semente da Vitória - Nuno Cobra". Nuno já ganhou muito com minhas indicações mas realmente ele é muito bom e mereçe.
Ficarei muito feliz e motivada se me responder. Grata. Polyana
original
me ajude !!!!!!!!!
Ilustrações
Site maravilhoso
Valew, gente!
Podemos mandar o manuscrito na forma de livro?
Síntese
Agradeço muito suas dicas. Só ficou uma dúvida.
Em respeito ao tempo restrito dos editores, é válido enviar em uma das primeiras páginas do original, uma síntese do livro ou uma story line?
Perguntinha...
SERÁ QUE DEVO TENTAR?
LIVRO DE POESIAS
SEI QUE POSSO PENSAR DE FORMA PRECIPITADA, MAS JÁ TENHO UM TÍTULO EM MENTE: "A CIÊNCIA DOS SENTIMENTOS".
É UM LIVRO QUE DEVERÁ TER MINHAS MELHORES POESIAS, TRATANDO SOBRE - OBVIAMENTE - OS SENTIMENTOS E DÚVIDAS QUE TIVE, DA VIDA, DOS RELACIONAMENTOS... ENFIM, MOSTRA NÃO APENAS O LADO PESSOAL DE LIZANDRA FONSECA (EU), MAS DE COMO UMA ADOLESCENTE QUALQUER SE SENTE EM RELAÇÃO AOS ACONTECIMENTOS COTIDIANOS... UMA FORMA DIFERENTE DE MOSTRAR O ÓBVIO.
MORO EM PORTO ALEGRE, E GOSTARIA DE SABER DE QUE FORMA POSSO PUBLICAR MEU LIVRO, SE POR EU SER ESTUDANTE (TENHO 16 ANOS) POSSO BUSCAR ALGUM TIPO DE INCENTIVO PARA A PUBLICAÇÃO DO MESMO, E DE QUE MANEIRA POSSO FAZER ISSO E GARANTIR UMA REPERCUSSÃO MAIOR DE MINHA OBRA.
ENFIM, ALGUÉM PODE ME AJUDAR? ESSE SERIA MEU PRIMEIRO LIVRO, E NÃO TENHO DINHEIRO PARA COMEÇAR DE IMEDIATO. COMO FAÇO?
poesias e crônicas
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já tenho algumas obras (na verdade 3 terminadas) que pretendo um dia publicar. Moro em campinas e não sei por onde começar, afinal, romances cor de rosa parece mais ser apreciado pela nova cultural e Harlequins. Aqui nem sei qual aceitaria publica-las. Você tem aguma dica. Será que gostaria de ler algumas páginas? Se achar alguma editora aqui, preciso tirar cópias autenticadas antes para deixar? É seguro passar a obra via e-mail sem conhecer de fato a autenticidade da editora? Me ajude...
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