Como começar a escrever?
Escrever para ser publicado é diferente de escrever para si próprio.
Quando escrevemos para nós mesmos, como um diário ou reflexões, estamos usando a escrita para pensar. É um ótimo método para esclarecer questões, visto que no papel mesmo as situações mais complicadas vão se organizando. Não é à toa que tantos terapeutas sugerem a seus clientes escreverem um diário. É muito bom para a cabeça produzir textos sobre o que é importante para nós.
Quando escrevemos para ser publicados, estamos escrevendo para outras pessoas. O foco passa a ser a necessidade dos leitores e não mais as nossas como escritores.
Quando escrevemos para nós, está certíssimo preenchermos nove páginas pesando os prós e os contras de determinada pessoa por quem estamos interessados. Quando escrevemos para os outros, precisamos cortar tudo que não seja interessantíssimo e contribua para o andamento da história, o que provavelmente transformaria todas aquelas dúvidas em um único e curto parágrafo.
É um difícil exercício escrever para ser publicado, porque em geral a gente gosta do que escreve, acha tudo importante e pensa que todo mundo vai gostar também.
Só que isso não é verdade. As pessoas selecionam os livros de acordo com o que estão passando, as dificuldades que estão vivendo. Algo fascinante para nós pode ser o máximo do tédio para um leitor.
Por outro lado, não podemos ter medo. Escrever para os outros é um ato de coragem, de se expor. Quanto mais honestidade a gente coloca no texto, quanto mais ridículo e perdido a gente se apresenta, tanto mais fácil os leitores gostarem da gente.
Quando escrevemos, temos também muita ansiedade a respeito do resultado. Queremos ficar famosos, ser elogiados, de repente até ganhar um dinheirão. É bom saber que a maioria dos escritores não fica nem rica nem famosa, e que nenhum escritor conhecido fez sucesso com o primeiro livro. Nenhum mesmo!
Portanto, vá com calma. Faça o que pode, não pense nos resultados, e vá escrevendo um pouco sempre. Querer escrever o primeiro livro e imaginar que ele vai ser o próximo Harry Potter é pedir para ficar decepcionado. É bem melhor publicar um artigo numa revista aqui, um poema numa coletânea ali e não ter expectativas loucas.
Mas como podemos saber o que dá para ser publicado?
Existem alguns requisitos mínimos para produzir um texto publicável, isto é, que venha a interessar um editor. Se cumprirmos todos, isso não é garantia de que nosso texto será aceito por um editor, mas já é meio caminho andado!
Abaixo estão algumas sugestões para fazer com que os seus escritos fiquem bons:
• Prestar atenção ao que está acontecendo em volta.
A escrita que mais interessa é aquela que fala das preocupações, angústias e felicidades das outras pessoas – e não só as suas – hoje. Os editores desejam obras conectadas com o público, que falem do que importa.
• Falar do que conhece.
Se você é um adolescente que mora numa cidade do interior e nunca viajou para fora do país, não pode escrever uma aventura que se passe em Paris. Vai parecer falsa. Nem dar conselhos para os mais velhos. Você tem de falar do que entende, do que já viveu em primeira mão, do que conhece muito bem.
• Ler muito.
Para escrever bem, você precisa ler todo tipo de literatura, inclusive novos autores brasileiros, romances esquisitos de autores de quem você nunca ouviu falar, arriscar poetas novos. Se você não souber o que os outros estão pensando e publicando, será difícil escrever algo criativo e diferente.
• Escrever muito e sem erros.
Para escrever bem, é preciso escrever todo tipo de coisa, inclusive cartas e emails, com clareza e sem erros ortográficos. Não adianta pensar que o corretor ortográfico ou o revisor vai corrigir seus erros, você precisa saber o que é certo, qual palavra é a melhor numa frase.
• Passar por um crivo de leitores críticos.
Sua mãe não vale, nem seus primos. O que é preciso é ir expondo seus textos a vários leitores que não tenham nenhuma amizade por você e possam fazer críticas. Um site na internet, um artigo numa revista podem dar o tipo de resposta que você precisa. Mas não adiante ficar pescando elogios, é preciso pescar os problemas para saber onde melhorar!
• Jogar fora nove décimos do que originalmente escreve.
Você mesmo tem de selecionar o que é bom e o que é mediano entre os seus escritos, não adianta achar que tudo merece virar livro porque ninguém escreve só maravilhas. Até Guimarães Rosa deixou um monte de coisa na gaveta...
• Amar a língua portuguesa.
A escrita é para aqueles que amam a língua. Não dá para escrever um livro querendo fazer um vídeo ou ficando com preguiça de aprender novas palavras. A língua é a ferramenta do escritor. Como o pintor ama as tintas, o escritor precisa ter fascínio pelas palavras.
• Confiar em si mesmo.
Quando você escreve, acredita que tem algo a dizer. Continue acreditando sempre nisso e busque a melhor maneira de ser autêntico. Editores querem escritos verdadeiros, não materiais artificiais montados para agradar. Faça com o coração que é sempre mais verdadeiro.

escrito por Grazielle zampella, abril 20, 2009
Meu nome é Grazielle e eu estou cursando atualmente o 3° ano do ensino médio. Tenho verdadeiro amor e fascínio pelas matérias "português e história", e é justamente por conta desse amor que pretendo cursar letras e história no ano que vem.
Por gostar muito de leitura e de temas mais sociais, de auto-ajuda e até mesmo técnicos,quero escrever alguns livros que relatem sobre os seguintes temas: "Sociedade e Seu Desenvolvimento", "Técnicas de Como Apresentar uma Boa Aula" e também livros didáticos resumidos tanto da Língua Portuguesa (gramática e suas literaturas) e História.
Gostaria de saber por onde posso iniciar esse trabalho e gastaria também de obter algumas dicas sobre os livros didáticos.
Esses livros que pretendo escrever, serão bem resumidos e conterão questões relacionadas a cada tema citado. A minha dúvida com relação a esse tipo de livro (didático), é de como funciona a aceitação deles por parte das editoras e dos leitores.
Desde já agradeço a atenção de vocês e também as dicas!!!!!
Beijos.
escrito por Grazielle zampella, abril 20, 2009
Desde já agradeço a atenção e as respostas de vocês!!!
Beijos.
escrito por Ivone, maio 04, 2009
escrito por Gustavo, maio 06, 2009
Bom, estou aqui pra expressar minha opinião, como leitor, em relação aos livros didáticos: Penso que quem quer escrever um livro com esse fim tem que tentar disfarçar o máximo possível, e escrever um livro que faça os leitores aprenderem inconscientemente. Tenho apenas 17 anos, e curso faculdade de Direito, apesar de gostar bastante de Letras. Daí pode-se deduzir que tudo que direi aqui é apenas minha opinião como leitor. Nada foi testado e comprovado cientificamente, mas penso que todo tipo de opinião tem seu valor.
Já li alguns livros didáticos, que só se interessavam em ensinar. Porém já li outros, que também se interessavam em entreter o leitor (aluno) mostrando que aprender (ler) é uma experiência gostosa, e que não deve ser abandonada, nunca. É caro que achei bem mais interessante ler esses últimos. Mas dentre eles haviam alguns “bem intencionados”, que tendo uma enorme vontade de entreter e ao mesmo tempo ensinar, deixava ficar quase explícito essa intenção de tornar prazerosa a ação de ensinar e aprender, a ponto de os próprios alunos se sentirem ridicularizados. É como se estivessem dizendo: “Vamos aprender, brincando!” Isso é legal, e os alunos, geralmente fazem de conta que não percebem. Eu por exemplo fiz, e aprendi. Se esse é o objetivo, então beleza! Mas se desse para ser mais legal do que isso, (dizer apenas: “Vamos brincar!” e nessa brincadeira os alunos aprendem) o professor(a) que utilizar desse livro vai ser muito mais marcante para o aluno, e com certeza o desempenho também será melhor. O que eu digo, é que em minha opinião quem quiser escrever um livro didático deve escrever como se fosse um livro comum, e ao ler sua obra o aluno aprenda, mas não por que é um livro didático, e sim por que é um livro interessante, e cheio de coisas novas (as coisas que ele vai aprender). Isso é inteiramente possível. Como disse já li livros assim, também podem ser vendidos não apenas como livros didáticos, mas como livros infantis, ou juvenis até. Um dos mais interessantes que li ensinava gramática, de uma forma que eu adorei. Sem impor “regras gramaticais” e isso eu achei muito bom, a “regrinha” fica na sua mente, mas sem você perceber que é uma “regra”. E o livro era como se fosse uma estória como qualquer outra. A cada aula agente lia um capítulo, a professora depois mostrava o que “inconscientemente” a gente havia aprendido e passava exercícios. Ninguém reclamava dos exercícios (estes eram “normais”, como todo professor passa mesmo), e todo mundo ficava curioso para ler o próximo capítulo. A título de curiosidade busquei ler outros livros desses, e sempre terminei, mesmo que achando alguns entediantes ou ridicularizadores (demonstrando que querem ser legais). Terminei de ler todos, procurando encontrar o detalhe que o tornava com essa característica, mas é difícil, e eu sem experiência pouco descobri. Para concluir uma obra assim basta que o autor “tenha o dom” ou esteja muito empenhado, e se esforce para isso. Talvez eu esteja viajando, e isso que eu acabei de dizer não divulgue. Talvez esse tipo de livro que acabei de definir não possa ser classificado como livro didático, e que os livros didáticos são interessados apenas em ensinar, e esses outros tenham outro nome e eu confundi as coisas. Mesmo assim acho que esse é um aspecto importante. E se ainda me permitem comentar sobre a questão dos capítulos resumidos, minha opinião é que o importante é o conteúdo. Resumido ou não, se estiver bem escrito deve ter boa aceitação. Pelo menos por minha parte! Espero não estar gerando polêmica ou intriga, mas deixo saber que pretendo voltar a esse lugar, para ler futuros comentários apoiando, corrigindo ou refutando minha opinião.
escrito por Ivone, maio 06, 2009
Aproveitando o ensejo, gostaria que você me desse as referências que você citou, mesmo sendo de Língua Portuguesa. É para que eu me inspire um pouco mais.
um abraço.
escrito por Gustavo, maio 18, 2009
Acho muito boa, a sua idéia. História e geografia é um assunto muito interessante, e em especial para quem mora na região de onde o livro fala.
Sobre as referências, eu deveria tê-las colocado já no meu primeiro comentário. Porém existem duas barreiras: 1ª eu não lembro corretamente de todas. Alguns desses livros eu já até doei, mas outros eu ainda tenho, e vou olhar para você. 2ª é que a maioria dos meus livros estão em minha casa, em MG, e por causa da faculdade atualmente estou morando em Goiânia, mas já anotei e quando for a Campina Verde trarei listado as referências.
E já que você disse que sua intenção é história e geografia, e me lembrei de uma referência ótima, e que serve muito bem de exemplo ao nosso assunto. Talvez você até conheça: Conta a história de um menino que mora num circo, e por causa disso viaja o país inteiro. Ele escreve "tipo" um diário e a partir daí agente fica conhecendo bastante sobre a história de cada lugar, os ecossistemas, e um monte dessas coisas. Eu adorei esse livro! E prometo não esquecer essa e as outras referências. Trar-te-ei pelo menos três.
Abraços, e até breve!
PS: Estava procurando no Google a capa de um dos livros para colocar aqui para que você pudesse ver, mas não achei. Porém encontrei o site do projeto ao qual o livro de geografia faz parte. Se quiser dar uma olhada pode acessar, e clicar em recursos didáticos, que pelo que eu vi é onde fala sobre o livro. (quanto mais inspiração melhor, né?) http://www.cemig.com.br/meio_a.../index.htm
Dentre os de português me lembro que um deles foi escrito por uma tal de Dad Squarisi, não talvez você conheça... Eu não me lembro o título, mas quando procurei pelo nome dela no Google o livro que tenho não apareceu... Deixe estar, quando for até minha casa trago-lhe tudo certinho!
escrito por Igor, maio 22, 2009
Apartir disso a personagem decide encontrar a filha de seu tio numa mansão que havia na cidade, entrando numa outra dimensão.
De todas as histórias que vieram a minha cabeça, essa foi uma das melhores ídeias que já tive.
escrito por Alessandra Ribeiro, junho 01, 2009
Sempre brinquei dizendo que algum dia iria usar uma parte de minha experiencia como servidora publica e publicar um livro. Seria algo voltado para a parte comportamental. Atualmente sinto um enorme desejo em escrever sobre como sobreviver nesta selva tao maluca e politica em que a competencia nao é pre requisito para o crescimento e valorizaçao profissional, o que, no futuro, acarreta desmotivação. Passei por pessimos momentos e sobrevivi do meu jeito, e acredito que um livro com algumas dicas seria muito interessante. Sou formada em Comunicaçao Social, Relaçoes Publicas e especializada na Gestao da Comunicaçao nas Organizações. Qual a sua opinião?
escrito por L Bacellar, junho 02, 2009
escrever sobre algo que a gente entende bastante, como vc diz que é seu caso, e passar dicas aos outros são ótimos pontos de partida para um livro interessante. Se vc focar no que é útil para os leitores e não tanto nos meandros da sua experiência dolorosa, é bem provável que procuza uma obra publicável.
Arrisque!
boa sorte
escrito por rogerio leme lima, junho 07, 2009
escrito por Leonardo da silva ribeiro, julho 02, 2009
Eu também penso em fazer Letras, pois também adoro Inglês, e sonho em um dia ver meu livro, que já tem 80 páginas, publicado.
Minha pergunta é: a idade do escritor pode interferir na criação de um livro?
escrito por nara Souto, julho 06, 2009
Fique surpresa com os comentários dos usuários deste site.Que bom encontrar pessoas enteressadas em cultura.Parabens Deus abençoe vocês todos,em nome de Jesus.Quero ler os futuros livros 'mãos à obra!!!
escrito por Artur Monteiro, julho 14, 2009
Agora, e a propósito de uma história de vida que fui obrigado a escrever, relembrei o que o meu inconsciente e o subconsciente guardam destes anos de caminho. Coisas que deveria exorcisar para aliviar o percurso, e a escrita é uma boa terapia. Outras cuja recordação me empolgou, me acriançou, e foram fundamentais no arejamento da dita narrativa que referi.
Momentos de vida incontornáveis: as chegadas - o estudo, os amigos, o namoro, o trabalho, o casamento, os filhos,... as partidas - alguns amores, mas principalmente a morte de tantos com quem tive o privilégio de me cruzar.
Um mar de coisas que gostava de escrever, em geito de memória futura, para que não morressem comigo mas atingissem, eles sim, a eternidade.
As transgressões, quaisquer que sejam, inspiram-me. Mas também me obrigam a refrear a corrente, até porque, algumas delas, chocariam com as pessoas que ainda me rodeiam e que eu amo.
Como escrever, ficcionando claro, sem que isso provoque exposição e desconforto, mas alívio e alegria por tirar do peito e da cabeça tanta coisa bonita que me aconteceu? Amores que me fizeram crescer e que serviram de adubo ao meu casamento. Pessoas com quem ainda partilho uma alegria imensa por nos termos amado e nos termos respeitado. Mas é, ainda hoje, a minha mulher o meu grande amor. Fiz sempre desta certeza a minha bandeira de vida, e nunca, com ninguem, usei o meu casamento como pseudo-problema para a transgressão de uma relação que, obrigatòriamente tinha que ser clandestina. Até para ter sabor...para mim e para a OUTRA pessoa.
Mais do que uma resposta, porque ninguém as tem senão eu, gostaría de partilhar com o forum esta ideia de LIVRO, baseado em factos reais.
Sejam felizes.
escrito por Tito, julho 20, 2009
escrito por bruna, julho 23, 2009
escrito por Suellen Bellini, agosto 01, 2009
Então se alguém puder..agradeceria pela ajuda. Suellen Bellini Lavor
escrito por eMILE, agosto 03, 2009
eu agradeceria muito, e agradeço desde já, Obrigada beijos



escrito por Érica Lenreirh, agosto 06, 2009
escrito por Artur Monteiro, agosto 07, 2009
Claro que escrever é uma corrente que passa por nós e procura o seu destino...alguém que encontre a felicidade naquilo que leu!
A tua corrente pode ser dramática, e não conseguires alterar ou optar.Ou então porque, já nesta idade, o mundo te mostre só violência, e seja esse clamor que queres libertar. E eu só faço este comentário talvez porque não me seduzam os géneros que mencionas. Lê "FERNÃO CAPELO GAIVOTA" de Richard Bach, e encarna a personagem de Fernão Capelo. Descobre a poesia que a vida tem, e o sabor que nos dá a irreverência.Vê-te como Rosinha no livro de José Mauro de Vasconcelos - "ROSINHA MINHA CANOA". Perturba-te com "A FORMULA DE DEUS" de José Rodrigues dos Santos. Opta entre duas imagens para com uma delas definires o TERRORISMO: uma imagem das Torres Gemeas a cairem; outra de laranjas ou leite a serem destruidos porque a produção ultrapassou a quota estabelecida enquanto milhões de crianças morrem à fome em todo o Mundo. Masnão deixes que nada estorve a frescura dos teus 14 anos. Sê feliz!
escrito por Alex, agosto 09, 2009
- Qual a opinião de vocês sobre e-books virtuais?
Fiquei boquiaberto quando vi em um site que disponibiliza ilegalmente estes e-books escrito a seguinte frase: "Cultura não é para ser comercializada, mas para ser disponibilizada". Esta é apenas a minha opinião sobre isso, aliás, os autores têm de estudar para que concluam um bom trabalho, pagam para o registro de suas obras... Está certo que há pessoas que não têm condições de comprar livros, mas para isso foram feitas as bibliotecas! Infelizmente, neste caso, direitos autorais são inúteis, já que os usuários que digitalizam ilegalmente essas obras mantêm anonimato. Qual a sua opinião em relação a isso?
escrito por daniela rosa , agosto 19, 2009
desde ja agradeço a atenção e a resposta.
escrito por daniela rosa , agosto 19, 2009
escrito por Artur monteiro, agosto 27, 2009
escrito por LBacellar, agosto 28, 2009
Mas a mim pareceu que vc fez uma colocação retórica, não uma pergunta. E o fórum é noutra parte desse site, não aqui.
O que eu achei mais interessante foi a colocação do Alex sobre e-books virtuais. Posso dizer o seguinte, meu caro: esse mercado está um mistério, mas vc tem toda razão quando fica horrorizado. Claro que não é possível alguém trabalhar sem receber, não numa sociedade em que haja contas a pagar. Se vc tiver espírito de luta, por favor denuncie o site que adota essa prática de desrespeito gritante dos direitos autorais!
escrito por Guilherme, agosto 28, 2009
Minha história se basearia em um mundo fictício, na verdade teria como base um personagem de RPG criado por mim (se é que alguém aqui já ouviu falar de RPG)...
Gostaria de dicas e ajudas para iniciar o texto, e algumas dicas sobre ONDE, COMO e QUANDO postar os trechos do livro, para que o mesmo não seja copiado por outras pessoas...
Atenciosamente,
Guilherme
[OBS: Favor mandar um e-mail para mim: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. '> Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ]
escrito por Alison lima, agosto 28, 2009
Quero também dizer que não adianta eu querer ouvir só coisas boas a respeito de publicação isso só contribui para que no final meu sonho vire utopia e deixa de ser um projeto.
Quero também deixar meu e-mai disponível pra quem estiver lendo esse comentário ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. '> Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )
Gente, sinceramente... parece que escreveram esse artigo pra mim. Eu estou escrevendo uma história... e o que eu digo pra mim mesmo sem objetivo de comparar mas sim de vislumbrar as obras de maior sucesso, eu digo que meu livro vai desbancar harry potter, e aquela coisa de vender 6,7 mil livros por minuto da autora será pequeno pra mim! srsrs brincadeiras a parte.
Pessoal meu sonho é publicar um livro. Pra isso estou escrevendo. Se vai vender alguma coisa eu não sei, quer dizer... tenho uns 50 amigos que vão comprar pra me deixar feliz. Mas meu sonho e ver minhas idéias ( - pra mim maravilhosas ) em formatação e publicado.
Mas uma brincadeira minha ganhou proporções que com disse meu amigo e publicitário: - Éh... sua história ganhou vida, não esta mais aceitando qualquer coisa!
Então eu pensei: - Se vou nas livrarias e vejo tanta porcaria publicada e que vende, com todo respeito aos escritores. Por que então não posso me dar o prazer de publicar mais uma porcaria, se for o caso... e fazer parte dessa massa? E acreditando que minha história tem argumentos, fatos, enredo, coerência, e tem um Q de interessante, então acho que se alguém me emprestar dinheiro, srsrs eu posso sim realizar meu sonho. O resto é venha se vier, e se tiver que vir... como diria meu amigo Fernando pessoa.
* Obrigado a você que gastou seu tempo e paciência para ler esse comentário. Agradeço mesmo!
escrito por Alex Marcelo, agosto 30, 2009
Você está certíssimo de ter estes sonhos, tive e tenho muitos deles também. Só que vale ressaltar que publicar um livro não é tão simples assim: revisão, edição, ilustrações... Depois tem que achar uma editora - que não é nada fácil.
Uma vantagem é que este site explica tudo o que tem a fazer.
Achei interessante, também, a citação de Fernando Pessoa, ele é um dos meus fãs.
Entretanto, vá em frente e caia de cabeça nessa maravilhosa arte que é a escrita. O mais importante é o que você vai escrever, o conteúdo. O resto, você vê depois. Abraços!
escrito por Érica Lenreirh, setembro 13, 2009
comecei a escrever o livro sobre Tragédias Mundiais, e eu mal comece a escreve-lo ja tou com idéias pra um outro livro, e nesse outro livro quero falar sobre a África, coisas que o mundo vê mais não liga, enquanto muitas pessoas estão por ai comprando roupas e sapatos de 1.000 reais, as crianças da África estão perdendo a infancia. perdendo a VIDA .
então, estou super ansiosa pra começas a escrever esse novo livro, mas antes quero terminar o de Tragédias mundiais e quero colocar o nome nele . será que pode me ajudar ?
escrito por matt, outubro 02, 2009
escrito por Joara reis ferreira, novembro 09, 2009
atenciosamente.
Joara Reis
escrito por lidiane, novembro 20, 2009
escrito por fabio da rocha mendonça, novembro 25, 2009
E mais uma coisa. Porque no brasil so se publicam livros do tipo
"auto-ajuda", "flamengo" e jornais? ate uma ex prostitua consegui publicar um livro, e tem muitos escritores amadores que tem muitas ideias, bem melhores do que os que sao publicados.
Para ser escritor no brasil tem que ser famoso?
E tambem uma coisa que me entriga. Quase nao existem livros de ficçao no de autores brasileiro. Quando voce chega numa livraria so encontra livros estrangeiros.
escrito por Norah, novembro 27, 2009
desde já agradeço a atenção.
escrito por Alessandra Mietto Fraiha, dezembro 08, 2009
Tenho um romence em fase de registro, e agora vou á luta, já entrei em contato com várias editoras, mas o genero que escrevo é de difícil aceitação pelas editoras brasileiras, pois elas preferem traduzir livros extrangeiros do que apostar em um escritor nacional.
Escrevo ficção, não, pensem que falo de naves espaciais, alienígenas, etc...
Mas percebi que é muito difícil, mas, não desisto, vou continuar.
Estou começando o meu segundo romance, quem sebe este puxa o outro sei lá, mas, o importantem quando não se tem nem apoio da família, é não desistir, e ter senso crítico.
Não adianta só gostar de escrever, tem que se escutar.
Parar, ler, analisar, senão a coisa não sai.
Agora cara Daniela Rosa, o que você está passando é perfeitamente normal, tem escritores que passaram anos com o chamado branco.
Opinião de quem escreve já faz um tempo, mude de assunto, escreva outra coisa, "mude de ares".
Quem sabe a coisa desempaca!
Eu passei por este probelama quando estava para terminar o meu primeiro romance, passei dois meses sem conseguir escrever, e neste segunado livro passei um mês.
Fica na boa, só não desista.
Bele!
Grata pela oprtunidade de expressão, A.M.Fraiha
escrito por Douglas Ibanez, dezembro 10, 2009
Suas explicações e o modo como fala com os escritores que estão tentando colocar o pé para fora daquele casulo que existe em volta de nós, para podermos começar a transmitir nossa mensagem em forma de texto e livros.
Muito bom seu site.
Parabéns!!
escrito por Rafael rezende , dezembro 25, 2009
escrito por Nayara francesco, janeiro 02, 2010
grata Nayara Francesco
escrito por vauir nunes de sousa, janeiro 02, 2010
escrevo com a alma . escrevo o que penso.
tenho atitudes, . sinto que posso tudo.
faço com amor. . faço o que quero,
vivo pela poesia . vivo entre os pensamentos que voa
dedico o que escrevo . sou teimoso.
meu coração sabe o que quere. meus pensamentos apenas pensa.
................................................................
escrevo por que gosto de escrever. gostaria de escrever meu primeiro livro sobre poesias da vida. baseados em fatos reais.
sobre a natureza,
sobre a belesa do ceu. escrevo muita coisa boa.
gostaria de pubricalas como faço.
fone de contato 011-2279-9592
ou cel 011-7185-2980
um poema para vcs,
minha vida sem você,
é como um pequeno barco no meio dos grandes mares,
sem remo e sem direção...
qual deles vc prefere?
um rio de águas limpas;
uma enchorrada de águas sujas,
um mar de águas salgadas.
e um amor cristalino...
escrito por Renata, janeiro 02, 2010
escrito por Luiz FERNANDES DE SOUSA NETO, janeiro 03, 2010
escrito por Eduardo, janeiro 05, 2010
Gostei de varios comentários e gostaria de compartilhar com vocês minha experiencia também, afinal acredito que assim somamos e aprendemos juntos!
Tenho 22 anos, comecei a escrever aos 18, quando entrei na faculdade.
Hoje já escrevi 5 livros em papel e caneta mesmo... onde 4 destes livros é uma coleção, que demorou quase 5 anos para ficar pronta, estou agora passando estes 5 livros para o computador, o que é interessante, pois percebi que amadureci e agora tenho a possibilidade de alterar algumas coisas e melhorar a escrita e tudo mais.
Por isso, recomendo para algumas pessoas tentarem escrever primeiro no papel, afinal quando se acaba vc percebe que fez algo bastante interessante, entretanto que deve ser melhorado.. alguns podem não gostar desta maneira, mas pode ajudar quem está iniciando!
Sem contar, estou escrevendo um outro livro em paralelo, que seria meu sexto titulo, este estou escrevendo direto no computador e como nossa colega disse logo acima, também cheguei em um momento de branco, mas acredito que em breve estarei continuando a escreve-lo e logo terminarei.
Quem quiser trocar ideias e boas práticas, estarei montando um grupo em breve!!! Ou se alguem conhecer algum grupo interessante que aborde este tema, deixa postado aqui o link!
Boa sorte para todos nós!
escrito por Larissa, janeiro 05, 2010
escrito por João Carlos, janeiro 06, 2010
Ótimas dicas.
escrito por isie fernandes, janeiro 06, 2010
Há alguma outra dica para mim, além de praticar ainda mais a leitura?
escrito por Jani coelho, janeiro 15, 2010
escrito por gf, janeiro 18, 2010
sempre gostei de escrever, fazia cartas de amor, de saudades e eventuras.
tenho um caderno com varias historias. agora estou querendo realmnete fazer um livro.

gostei das dicas, e vou continuar entarndo para obter masi informacoes. obrigada beijosssss
escrito por PAULO AUGUSTO DE SÃO JOSÉ, janeiro 28, 2010
Caro amigo (a),
Estou com uma idéia fixa de escrevrer um livro.Em algumas sugestões do site ,ele diz que devo ser verdadeiro e o mais honesto possível.Sou uma pessoa que sofreu bastante e me aventurei muito pela as drogas,específicamente com o "crack".É uma tema bem pertinente no momento e é uma história real.
escrito por Gabriela Stefani, fevereiro 06, 2010
Estou louca para publicar doi slivros meus e não acho como!
Pode me ajudar.
Preciso de uma editora que publique uma historia de uma estrela que caiu do ceu e uma bruxa que mata um bruxo das trevas....
Acho que é fixção...
Obrigada.






escrito por Eduardo, fevereiro 06, 2010
Com o objetivo de trocar informações, criei um blog para trocarmos informações e colocar atualizações sobre meus projetos de livros em andamento.
Os interessados, podem acessar o link abaixo
http://escrevendo-livros.blogspot.com/
Obrigadoe conto com todos para trocarmos bastante conhecimento!!!
escrito por tairne colita, fevereiro 13, 2010
escrito por Priscila, fevereiro 20, 2010
Obrigada ^^
escrito por Priscila Marcia Mariano, fevereiro 24, 2010
Bem, sou escritora...
É a primeira coisa que todos temos que colocar em nossas mentes... mesmo que as idéias ainda não tenham conseguido passar para o papel, no caso, pc.
Eu escrevo desde que tenho dez anos e sempre fui elogiada por professores e familiares, mas para muitos... esses ultimos não contam como criticos; para mim, depende.
Hoje estou beirando os cinquenta e sempre escrevi, e como todo aquele que se envolve com as idéias e quer passá-las para os outros, é muito difícil. E como é difícil!
Por isto, a vida me reservou outra profissão e que nada tem a haver com o fato de eu escrever e muito. Sou enfermeira! Pode acreditar nisto?! Eu vivo horas na frente de um computador escrevendo, antes era na maquina de escrever e muito antes mesmo, num papel em branco. Mas por fim, tomei um pouco de coragem e claro, condições para fazê-lo (financeiras)e buscando na internet, comecei a participar de concursos literários... que se revelou algo nada promissor, já que quem sempre ganhava eram gente grauda.
Então, resolvi experimentar um site da Mesa do Editor... algo como uma agência que coloca o escritor e as editoras em contato; isto depois de mandar várias obras à editoras e nunca receber qualquer retorno.
Hoje, tenho dois livros que foram publicados no fim de 2009 por duas editoras pequenas e já tenho um terceiro em vias de publicação pela Freitas Bastos.
Por isto, digo a todos vocês...
Não desistam! Corram atrás de seus sonhos... e quando aqueles brancos fatidicos nos pegam... dê um tempo, leia alguma coisa que goste, não pense muito no que estava escrevendo, pois sempre retorna de um jeito ou de outro. E sempre revisem o que escreveram... idéias melhores ocorrem.
Sou escritora de ficção para o publico infanto-juvenil e se vocês quiserem uma avaliação do que publiquei é só entrar no site do google e ler algumas páginas de meu livro: Rino, o guerreiro alado. (Está com o meu pseudonimo - Cila) ou no site da editora Schoba e ler a sinopse de Um Mistério na Serra do Mar.
Gostaria muito da opinião de vocês, principalmente, àqueles para quem os livros foram escritos.
escrito por Lino Silva de souza, fevereiro 25, 2010
escrito por juliana, fevereiro 28, 2010
Conta a historia de um grupo , e tals .
atualmente estou no 9º ano , e queria que tivesse contato comigo e que Lê-se , a minha historia para saber se é boa ou não .
obriga .
escrito por ivanna, março 01, 2010
Meu nome é ivanna e tenho paixão em livros para crianças
acho maravilhoso o mundo que os livros monstram as crianças ,por isso de uns tempos para cá comecei a escrever algumas historias
para crianças como também para adultos ,mas sentia que precisava melhorar e com essas dicas ,agora sei como começar a escrever melhores livros tantos para as crianças como para adultos. Agora no momento estou terminando um livro que fala de perdas, e de amor , ainda não coloquei titulo mais assim que terminar gostaria de mandar para vocês. um forte abraço a todos .
obrigada....



pra me da algumas dicas além das que estão aqui no sait ..
Beijoos!